18 de outubro de 2023

SOBRADO DOS ROCHA

18 de outubro de 2023

SOBRADO DOS ROCHA

SOBRADO DOS ROCHA

História


Dos sete sobradões coloniais que existiam em Viana no passado, apenas quatro permanecem de pé até os dias atuais, sendo dois deles em estado precário e os outros dois completamente em ruínas, como é o caso do prédio em questão. Este antigo solar, situado na Rua Antônio Lopes, nº 198, pertencia a José e Nilza Ferreira Rocha.

O prédio, de arquitetura tipicamente colonial, tinha o térreo destinado ao comércio e o pavimento superior como residência.


Era totalmente construído em alvenaria e possuía três portas na fachada, duas delas dando acesso ao salão comercial e a terceira conduzindo ao andar superior por meio de uma escada de madeira. Na parte de cima, três janelas se abriam para a rua, proporcionando uma vista da esquina mais movimentada de Viana no passado.


Existem registros de que este sobrado já serviu como sede do clube de futebol local, o "Vitória", que teve destaque nas décadas de 1930 e 1940, e também abrigou um ambulatório médico em algum momento. Contudo, atualmente, o prédio encontra-se em estado de abandono e deterioração, colapsando ainda mais a cada temporada de chuvas. Embora não possua o mesmo esplendor do sobrado de azulejos amarelos, igualmente em ruínas, este imóvel também é detentor de memórias importantes da história da cidade e representa um dos raros exemplares da arquitetura colonial de Viana.


Personalidades que habitaram o local


Além dos proprietários originais ( José e Nilza Ferreira Costa ), várias famílias e personalidades influentes da sociedade vianense viveram ali, como o juiz de Direito, Alcides Torreão Smith, o casal José Oliveira e Raquima Gomes, os dentistas Dr. Araújo e Dr. Melo, o médico Dr. Antônio Hadade, D. Maria Pacheco e seus filhos, e por fim, D. Eulália Silva, conhecida como “Filhinha”, que foi a última inquilina da casa.


Curiosidades


A procuradora de Justiça aposentada, Rosa Maria Pinheiro Gomes, que desde a infância morou em frente ao sobrado, recorda da casa ainda transbordante de vida pela alegria das crianças que por lá passaram com suas famílias. Ela lembrava muito bem da quitanda do Seu Mundico Artur que existia ali, onde se podia comprar quase tudo: arroz, café, farinha, banana, melancia e até "pipo de açúcar," uma espécie de pirulito que as crianças daquele tempo adoravam.


Renascer 27

História


Dos sete sobradões coloniais que existiam em Viana no passado, apenas quatro permanecem de pé até os dias atuais, sendo dois deles em estado precário e os outros dois completamente em ruínas, como é o caso do prédio em questão. Este antigo solar, situado na Rua Antônio Lopes, nº 198, pertencia a José e Nilza Ferreira Rocha.

O prédio, de arquitetura tipicamente colonial, tinha o térreo destinado ao comércio e o pavimento superior como residência.


Era totalmente construído em alvenaria e possuía três portas na fachada, duas delas dando acesso ao salão comercial e a terceira conduzindo ao andar superior por meio de uma escada de madeira. Na parte de cima, três janelas se abriam para a rua, proporcionando uma vista da esquina mais movimentada de Viana no passado.


Existem registros de que este sobrado já serviu como sede do clube de futebol local, o "Vitória", que teve destaque nas décadas de 1930 e 1940, e também abrigou um ambulatório médico em algum momento. Contudo, atualmente, o prédio encontra-se em estado de abandono e deterioração, colapsando ainda mais a cada temporada de chuvas. Embora não possua o mesmo esplendor do sobrado de azulejos amarelos, igualmente em ruínas, este imóvel também é detentor de memórias importantes da história da cidade e representa um dos raros exemplares da arquitetura colonial de Viana.


Personalidades que habitaram o local


Além dos proprietários originais ( José e Nilza Ferreira Costa ), várias famílias e personalidades influentes da sociedade vianense viveram ali, como o juiz de Direito, Alcides Torreão Smith, o casal José Oliveira e Raquima Gomes, os dentistas Dr. Araújo e Dr. Melo, o médico Dr. Antônio Hadade, D. Maria Pacheco e seus filhos, e por fim, D. Eulália Silva, conhecida como “Filhinha”, que foi a última inquilina da casa.


Curiosidades


A procuradora de Justiça aposentada, Rosa Maria Pinheiro Gomes, que desde a infância morou em frente ao sobrado, recorda da casa ainda transbordante de vida pela alegria das crianças que por lá passaram com suas famílias. Ela lembrava muito bem da quitanda do Seu Mundico Artur que existia ali, onde se podia comprar quase tudo: arroz, café, farinha, banana, melancia e até "pipo de açúcar," uma espécie de pirulito que as crianças daquele tempo adoravam.


Renascer 27

História


Dos sete sobradões coloniais que existiam em Viana no passado, apenas quatro permanecem de pé até os dias atuais, sendo dois deles em estado precário e os outros dois completamente em ruínas, como é o caso do prédio em questão. Este antigo solar, situado na Rua Antônio Lopes, nº 198, pertencia a José e Nilza Ferreira Rocha.

O prédio, de arquitetura tipicamente colonial, tinha o térreo destinado ao comércio e o pavimento superior como residência.


Era totalmente construído em alvenaria e possuía três portas na fachada, duas delas dando acesso ao salão comercial e a terceira conduzindo ao andar superior por meio de uma escada de madeira. Na parte de cima, três janelas se abriam para a rua, proporcionando uma vista da esquina mais movimentada de Viana no passado.


Existem registros de que este sobrado já serviu como sede do clube de futebol local, o "Vitória", que teve destaque nas décadas de 1930 e 1940, e também abrigou um ambulatório médico em algum momento. Contudo, atualmente, o prédio encontra-se em estado de abandono e deterioração, colapsando ainda mais a cada temporada de chuvas. Embora não possua o mesmo esplendor do sobrado de azulejos amarelos, igualmente em ruínas, este imóvel também é detentor de memórias importantes da história da cidade e representa um dos raros exemplares da arquitetura colonial de Viana.


Personalidades que habitaram o local


Além dos proprietários originais ( José e Nilza Ferreira Costa ), várias famílias e personalidades influentes da sociedade vianense viveram ali, como o juiz de Direito, Alcides Torreão Smith, o casal José Oliveira e Raquima Gomes, os dentistas Dr. Araújo e Dr. Melo, o médico Dr. Antônio Hadade, D. Maria Pacheco e seus filhos, e por fim, D. Eulália Silva, conhecida como “Filhinha”, que foi a última inquilina da casa.


Curiosidades


A procuradora de Justiça aposentada, Rosa Maria Pinheiro Gomes, que desde a infância morou em frente ao sobrado, recorda da casa ainda transbordante de vida pela alegria das crianças que por lá passaram com suas famílias. Ela lembrava muito bem da quitanda do Seu Mundico Artur que existia ali, onde se podia comprar quase tudo: arroz, café, farinha, banana, melancia e até "pipo de açúcar," uma espécie de pirulito que as crianças daquele tempo adoravam.


Renascer 27

LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:

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