18 de outubro de 2023
ANTIGA LOJA DE ZEZICO COSTA
18 de outubro de 2023
ANTIGA LOJA DE ZEZICO COSTA
ANTIGA LOJA DE ZEZICO COSTA
História
Situado à Rua Coronel Campelo n° 425 (na famosa esquina do Seu Gegê), esse prédio abrigou a loja de tecidos do Sr. Zezico Costa durante quase quatro décadas. A entrada da casa era pela lateral, atualmente ocupada pela "Luiza Boutique". Até onde a memória alcança, o correio funcionou aqui por muitos anos, pois, com a morte do telegrafista Amâncio Aquino, houve a separação do Correio e Telégrafo de Viana.
O primeiro passou a funcionar neste prédio, sob a responsabilidade do músico Luís Fernandes, enquanto o segundo foi transferido para a residência do Sr. Urbano Pinto (avô de Dilú Mello) que ficava na Praça da Matriz, onde hoje existe o Hotel Vianense. Posteriormente, após o falecimento de Luís Fernandes, o cargo de agente foi assumido por Américo Fernandes, continuando assim o correio a funcionar no mesmo local.
Tempos depois, com a nomeação do telegrafista Januário Sena, vindo de São Luís, o Correio e o Telégrafo foram novamente reunidos, passando a funcionar no casarão azulejado da Praça Duque de Caxias (onde residiu o Sr. Bibi Silva), até a construção de sua sede definitiva na Praça Ozimo de Carvalho. Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando foi adquirido da família Fernandes pelo Sr. Zezico Costa, o imóvel teve destinação variada, servindo inclusive para abrigar a barbearia do cidadão conhecido como Manoel de Filhado. Foram tantas as tentativas fracassadas de instalação de pontos comerciais aqui que o prédio não demoraria a ganhar a fama de “azarado”.
Para acabar com o falso estigma, bastou a vontade de vencer do então jovem filho do comerciante Messias Costa, que deixava de trabalhar com o pai, no Caminho Grande, para montar seu próprio negócio no centro da cidade. Aos 32 anos, Zezico Costa não apenas montou aqui sua loja, a qual se tornaria uma das mais preferidas pela população vianense, como para cá se mudou com a família, onde residiu por longos anos. Ainda pertencente à família Costa, o prédio é um dos poucos remanescentes do tempo em que a cidade mantinha intacta sua fisionomia colonial.
Personalidades que habitaram o local
Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando o Sr. Zezico Costa adquiriu o imóvel da família Fernandes, este teve várias destinações, incluindo a hospedagem da barbearia de um cidadão conhecido como Manoel de Filhado.
História
Situado à Rua Coronel Campelo n° 425 (na famosa esquina do Seu Gegê), esse prédio abrigou a loja de tecidos do Sr. Zezico Costa durante quase quatro décadas. A entrada da casa era pela lateral, atualmente ocupada pela "Luiza Boutique". Até onde a memória alcança, o correio funcionou aqui por muitos anos, pois, com a morte do telegrafista Amâncio Aquino, houve a separação do Correio e Telégrafo de Viana.
O primeiro passou a funcionar neste prédio, sob a responsabilidade do músico Luís Fernandes, enquanto o segundo foi transferido para a residência do Sr. Urbano Pinto (avô de Dilú Mello) que ficava na Praça da Matriz, onde hoje existe o Hotel Vianense. Posteriormente, após o falecimento de Luís Fernandes, o cargo de agente foi assumido por Américo Fernandes, continuando assim o correio a funcionar no mesmo local.
Tempos depois, com a nomeação do telegrafista Januário Sena, vindo de São Luís, o Correio e o Telégrafo foram novamente reunidos, passando a funcionar no casarão azulejado da Praça Duque de Caxias (onde residiu o Sr. Bibi Silva), até a construção de sua sede definitiva na Praça Ozimo de Carvalho. Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando foi adquirido da família Fernandes pelo Sr. Zezico Costa, o imóvel teve destinação variada, servindo inclusive para abrigar a barbearia do cidadão conhecido como Manoel de Filhado. Foram tantas as tentativas fracassadas de instalação de pontos comerciais aqui que o prédio não demoraria a ganhar a fama de “azarado”.
Para acabar com o falso estigma, bastou a vontade de vencer do então jovem filho do comerciante Messias Costa, que deixava de trabalhar com o pai, no Caminho Grande, para montar seu próprio negócio no centro da cidade. Aos 32 anos, Zezico Costa não apenas montou aqui sua loja, a qual se tornaria uma das mais preferidas pela população vianense, como para cá se mudou com a família, onde residiu por longos anos. Ainda pertencente à família Costa, o prédio é um dos poucos remanescentes do tempo em que a cidade mantinha intacta sua fisionomia colonial.
Personalidades que habitaram o local
Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando o Sr. Zezico Costa adquiriu o imóvel da família Fernandes, este teve várias destinações, incluindo a hospedagem da barbearia de um cidadão conhecido como Manoel de Filhado.
História
Situado à Rua Coronel Campelo n° 425 (na famosa esquina do Seu Gegê), esse prédio abrigou a loja de tecidos do Sr. Zezico Costa durante quase quatro décadas. A entrada da casa era pela lateral, atualmente ocupada pela "Luiza Boutique". Até onde a memória alcança, o correio funcionou aqui por muitos anos, pois, com a morte do telegrafista Amâncio Aquino, houve a separação do Correio e Telégrafo de Viana.
O primeiro passou a funcionar neste prédio, sob a responsabilidade do músico Luís Fernandes, enquanto o segundo foi transferido para a residência do Sr. Urbano Pinto (avô de Dilú Mello) que ficava na Praça da Matriz, onde hoje existe o Hotel Vianense. Posteriormente, após o falecimento de Luís Fernandes, o cargo de agente foi assumido por Américo Fernandes, continuando assim o correio a funcionar no mesmo local.
Tempos depois, com a nomeação do telegrafista Januário Sena, vindo de São Luís, o Correio e o Telégrafo foram novamente reunidos, passando a funcionar no casarão azulejado da Praça Duque de Caxias (onde residiu o Sr. Bibi Silva), até a construção de sua sede definitiva na Praça Ozimo de Carvalho. Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando foi adquirido da família Fernandes pelo Sr. Zezico Costa, o imóvel teve destinação variada, servindo inclusive para abrigar a barbearia do cidadão conhecido como Manoel de Filhado. Foram tantas as tentativas fracassadas de instalação de pontos comerciais aqui que o prédio não demoraria a ganhar a fama de “azarado”.
Para acabar com o falso estigma, bastou a vontade de vencer do então jovem filho do comerciante Messias Costa, que deixava de trabalhar com o pai, no Caminho Grande, para montar seu próprio negócio no centro da cidade. Aos 32 anos, Zezico Costa não apenas montou aqui sua loja, a qual se tornaria uma das mais preferidas pela população vianense, como para cá se mudou com a família, onde residiu por longos anos. Ainda pertencente à família Costa, o prédio é um dos poucos remanescentes do tempo em que a cidade mantinha intacta sua fisionomia colonial.
Personalidades que habitaram o local
Entre a mudança do correio e o ano de 1960, quando o Sr. Zezico Costa adquiriu o imóvel da família Fernandes, este teve várias destinações, incluindo a hospedagem da barbearia de um cidadão conhecido como Manoel de Filhado.
LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:
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