18 de outubro de 2023

PRÉDIO DA ANTIGA FÁBRICA

18 de outubro de 2023

PRÉDIO DA ANTIGA FÁBRICA

PRÉDIO DA ANTIGA FÁBRICA

História


Sem dúvida, esse imponente monumento testemunha a prosperidade comercial de Viana durante os séculos XIX e início do XX. A cidade escoava produtos agrícolas e pecuários, como algodão, arroz, gergelim, farinha e babaçu, em direção a São Luís, tornando-se conhecida como a "Rainha da Baixada Maranhense".


O sobrado amarelo na Rua Cônego Hemetério, localizado próximo ao porto e ao melhor comércio da cidade, era uma referência para visitantes e mercadores que faziam transações lucrativas. Além de abrigar uma grande loja de tecidos, era o único local na região que fornecia marcas renomadas de querosene Chester, gasolina Tydol e óleo lubrificante Tycol.


O comércio de peles de animais também era uma fonte de lucro significativa, atraindo caçadores e curtumes. O prédio possuía máquinas para processar arroz e algodão. O império comercial era de propriedade de Edgar Serzedêlo de Carvalho, neto de Estevão Rafael de Carvalho. Posteriormente, Antonio Gaspar Marques, um jovem português, tornou-se sócio do empresário Edgar e, após a morte deste, assumiu os negócios, casando-se com uma vianense e vivendo na cidade por alguns anos.


Em um momento posterior, um primo de Antonio Marques, chamado Armando Gaspar, veio de Portugal para assumir o negócio em Viana, enquanto Antonio se mudava para São Luís. Armando também casou-se em Viana, com Maria da Conceição Pinheiro, filha de outro português, Delfim Neves Pinheiro, que já estava estabelecido na cidade há muito tempo. O último casal a residir no sobrado amarelo foi José Pinheiro e sua esposa, Laura Mohana, durante as décadas de 50 e 60. Eles mantiveram no prédio o comércio de tecidos, uma fábrica para processar arroz, uma máquina para descaroçar algodão e outra para torrefação de café. A fachada do sobrado exibia a inscrição "Fábrica Santa Maria" em letras pretas e grandes.


A grandiosidade desse edifício impressionava os viajantes desavisados, pois era difícil acreditar que um casarão tão belo e luxuoso pudesse existir em uma cidade do interior. Atualmente, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, está em negociações com os proprietários do imóvel, buscando iniciar o trabalho de estabilização das ruínas, com planos futuros para obter recursos que permitam a restauração completa deste importante monumento histórico de Viana.


Renascer 17

História


Sem dúvida, esse imponente monumento testemunha a prosperidade comercial de Viana durante os séculos XIX e início do XX. A cidade escoava produtos agrícolas e pecuários, como algodão, arroz, gergelim, farinha e babaçu, em direção a São Luís, tornando-se conhecida como a "Rainha da Baixada Maranhense".


O sobrado amarelo na Rua Cônego Hemetério, localizado próximo ao porto e ao melhor comércio da cidade, era uma referência para visitantes e mercadores que faziam transações lucrativas. Além de abrigar uma grande loja de tecidos, era o único local na região que fornecia marcas renomadas de querosene Chester, gasolina Tydol e óleo lubrificante Tycol.


O comércio de peles de animais também era uma fonte de lucro significativa, atraindo caçadores e curtumes. O prédio possuía máquinas para processar arroz e algodão. O império comercial era de propriedade de Edgar Serzedêlo de Carvalho, neto de Estevão Rafael de Carvalho. Posteriormente, Antonio Gaspar Marques, um jovem português, tornou-se sócio do empresário Edgar e, após a morte deste, assumiu os negócios, casando-se com uma vianense e vivendo na cidade por alguns anos.


Em um momento posterior, um primo de Antonio Marques, chamado Armando Gaspar, veio de Portugal para assumir o negócio em Viana, enquanto Antonio se mudava para São Luís. Armando também casou-se em Viana, com Maria da Conceição Pinheiro, filha de outro português, Delfim Neves Pinheiro, que já estava estabelecido na cidade há muito tempo. O último casal a residir no sobrado amarelo foi José Pinheiro e sua esposa, Laura Mohana, durante as décadas de 50 e 60. Eles mantiveram no prédio o comércio de tecidos, uma fábrica para processar arroz, uma máquina para descaroçar algodão e outra para torrefação de café. A fachada do sobrado exibia a inscrição "Fábrica Santa Maria" em letras pretas e grandes.


A grandiosidade desse edifício impressionava os viajantes desavisados, pois era difícil acreditar que um casarão tão belo e luxuoso pudesse existir em uma cidade do interior. Atualmente, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, está em negociações com os proprietários do imóvel, buscando iniciar o trabalho de estabilização das ruínas, com planos futuros para obter recursos que permitam a restauração completa deste importante monumento histórico de Viana.


Renascer 17

História


Sem dúvida, esse imponente monumento testemunha a prosperidade comercial de Viana durante os séculos XIX e início do XX. A cidade escoava produtos agrícolas e pecuários, como algodão, arroz, gergelim, farinha e babaçu, em direção a São Luís, tornando-se conhecida como a "Rainha da Baixada Maranhense".


O sobrado amarelo na Rua Cônego Hemetério, localizado próximo ao porto e ao melhor comércio da cidade, era uma referência para visitantes e mercadores que faziam transações lucrativas. Além de abrigar uma grande loja de tecidos, era o único local na região que fornecia marcas renomadas de querosene Chester, gasolina Tydol e óleo lubrificante Tycol.


O comércio de peles de animais também era uma fonte de lucro significativa, atraindo caçadores e curtumes. O prédio possuía máquinas para processar arroz e algodão. O império comercial era de propriedade de Edgar Serzedêlo de Carvalho, neto de Estevão Rafael de Carvalho. Posteriormente, Antonio Gaspar Marques, um jovem português, tornou-se sócio do empresário Edgar e, após a morte deste, assumiu os negócios, casando-se com uma vianense e vivendo na cidade por alguns anos.


Em um momento posterior, um primo de Antonio Marques, chamado Armando Gaspar, veio de Portugal para assumir o negócio em Viana, enquanto Antonio se mudava para São Luís. Armando também casou-se em Viana, com Maria da Conceição Pinheiro, filha de outro português, Delfim Neves Pinheiro, que já estava estabelecido na cidade há muito tempo. O último casal a residir no sobrado amarelo foi José Pinheiro e sua esposa, Laura Mohana, durante as décadas de 50 e 60. Eles mantiveram no prédio o comércio de tecidos, uma fábrica para processar arroz, uma máquina para descaroçar algodão e outra para torrefação de café. A fachada do sobrado exibia a inscrição "Fábrica Santa Maria" em letras pretas e grandes.


A grandiosidade desse edifício impressionava os viajantes desavisados, pois era difícil acreditar que um casarão tão belo e luxuoso pudesse existir em uma cidade do interior. Atualmente, o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, está em negociações com os proprietários do imóvel, buscando iniciar o trabalho de estabilização das ruínas, com planos futuros para obter recursos que permitam a restauração completa deste importante monumento histórico de Viana.


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LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:

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