18 de outubro de 2023
CASA DO SR. JOÃO TRINDADE
18 de outubro de 2023
CASA DO SR. JOÃO TRINDADE
CASA DO SR. JOÃO TRINDADE
História
A casa situada na Rua Cônego Hemetério, n° 138, é um exemplar de estilo português construído em 1891 pelos descendentes do Tenente José Caetano Borges, proprietário do antigo Engenho de Açúcar do Timbó e senhor de muitos escravos. No passado, este edifício era muito procurado para a realização de festas e bailes carnavalescos em Viana.
Esta elegante residência, decorada com azulejos e notável pelas bandeiras de suas portas internas, que ostentavam vitrais coloridos, era famosa em Viana. Os azulejos que revestem a fachada do edifício, do tipo "estrela e cruz," são de influência mourisca e eram comuns na produção da fábrica Viúva Lamego de Lisboa, Portugal, uma das principais fornecedoras de azulejos para o Brasil durante o período colonial. A casa dos Amaral tornou-se um local preferido para festas e bailes carnavalescos da alta sociedade local nas décadas de 30 e 40.
Além disso, essa casa ficou registrada na história por ter sido o local do primeiro acidente aéreo em Viana. Em uma noite escura, um avião monomotor perdido causou pânico na população com voos rasantes e, eventualmente, caiu no quintal dos fundos da casa.
Hoje, este imóvel é um dos raros exemplares bem preservados de nosso rico passado colonial, bem como este é um dos sete imóveis azulejados que ainda restam em Viana, graças aos cuidados do atual proprietário, o Sr. João Trindade.
Personalidades que habitaram o local
Originalmente, esta casa pertencia à família Borges, uma das mais ricas e tradicionais em Viana no século passado. Posteriormente, o Sr. Zebino Pacheco do Amaral chegou a Viana e adquiriu a propriedade para morar com sua família. Ele fez algumas ampliações nos fundos da casa e construiu um grande salão para o seu comércio.
O Sr. Zebino e D. Santinha, sua esposa, tiveram vários filhos, sendo o professor José Maria do Amaral ( dono por muito tempo de um famoso curso pré-vestibular em São Luís ) o mais conhecido deles.
História
A casa situada na Rua Cônego Hemetério, n° 138, é um exemplar de estilo português construído em 1891 pelos descendentes do Tenente José Caetano Borges, proprietário do antigo Engenho de Açúcar do Timbó e senhor de muitos escravos. No passado, este edifício era muito procurado para a realização de festas e bailes carnavalescos em Viana.
Esta elegante residência, decorada com azulejos e notável pelas bandeiras de suas portas internas, que ostentavam vitrais coloridos, era famosa em Viana. Os azulejos que revestem a fachada do edifício, do tipo "estrela e cruz," são de influência mourisca e eram comuns na produção da fábrica Viúva Lamego de Lisboa, Portugal, uma das principais fornecedoras de azulejos para o Brasil durante o período colonial. A casa dos Amaral tornou-se um local preferido para festas e bailes carnavalescos da alta sociedade local nas décadas de 30 e 40.
Além disso, essa casa ficou registrada na história por ter sido o local do primeiro acidente aéreo em Viana. Em uma noite escura, um avião monomotor perdido causou pânico na população com voos rasantes e, eventualmente, caiu no quintal dos fundos da casa.
Hoje, este imóvel é um dos raros exemplares bem preservados de nosso rico passado colonial, bem como este é um dos sete imóveis azulejados que ainda restam em Viana, graças aos cuidados do atual proprietário, o Sr. João Trindade.
Personalidades que habitaram o local
Originalmente, esta casa pertencia à família Borges, uma das mais ricas e tradicionais em Viana no século passado. Posteriormente, o Sr. Zebino Pacheco do Amaral chegou a Viana e adquiriu a propriedade para morar com sua família. Ele fez algumas ampliações nos fundos da casa e construiu um grande salão para o seu comércio.
O Sr. Zebino e D. Santinha, sua esposa, tiveram vários filhos, sendo o professor José Maria do Amaral ( dono por muito tempo de um famoso curso pré-vestibular em São Luís ) o mais conhecido deles.
História
A casa situada na Rua Cônego Hemetério, n° 138, é um exemplar de estilo português construído em 1891 pelos descendentes do Tenente José Caetano Borges, proprietário do antigo Engenho de Açúcar do Timbó e senhor de muitos escravos. No passado, este edifício era muito procurado para a realização de festas e bailes carnavalescos em Viana.
Esta elegante residência, decorada com azulejos e notável pelas bandeiras de suas portas internas, que ostentavam vitrais coloridos, era famosa em Viana. Os azulejos que revestem a fachada do edifício, do tipo "estrela e cruz," são de influência mourisca e eram comuns na produção da fábrica Viúva Lamego de Lisboa, Portugal, uma das principais fornecedoras de azulejos para o Brasil durante o período colonial. A casa dos Amaral tornou-se um local preferido para festas e bailes carnavalescos da alta sociedade local nas décadas de 30 e 40.
Além disso, essa casa ficou registrada na história por ter sido o local do primeiro acidente aéreo em Viana. Em uma noite escura, um avião monomotor perdido causou pânico na população com voos rasantes e, eventualmente, caiu no quintal dos fundos da casa.
Hoje, este imóvel é um dos raros exemplares bem preservados de nosso rico passado colonial, bem como este é um dos sete imóveis azulejados que ainda restam em Viana, graças aos cuidados do atual proprietário, o Sr. João Trindade.
Personalidades que habitaram o local
Originalmente, esta casa pertencia à família Borges, uma das mais ricas e tradicionais em Viana no século passado. Posteriormente, o Sr. Zebino Pacheco do Amaral chegou a Viana e adquiriu a propriedade para morar com sua família. Ele fez algumas ampliações nos fundos da casa e construiu um grande salão para o seu comércio.
O Sr. Zebino e D. Santinha, sua esposa, tiveram vários filhos, sendo o professor José Maria do Amaral ( dono por muito tempo de um famoso curso pré-vestibular em São Luís ) o mais conhecido deles.
LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:
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