18 de outubro de 2023

PALÁCIO EPISCOPAL

18 de outubro de 2023

PALÁCIO EPISCOPAL

PALÁCIO EPISCOPAL

História


A ideia de construir o palácio episcopal teve origem no início da década de 1940, durante a visita do então Arcebispo de São Luís, D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, a Viana. Nessa ocasião, a população o recebeu com grande carinho e festa, e quase duas mil pessoas foram crismadas por ele. D. Carlos Carmelo ficou tão impressionado com o fervor católico da comunidade vianense que considerou a possibilidade de sugerir ao Vaticano a criação de uma diocese em Viana.


Ao se despedir da cidade, D. Carlos Carmelo encarregou o padre Manoel Arouche de iniciar os preparativos para a futura diocese, motivando a comunidade a construir um palácio ao lado da Igreja Matriz para receber dignamente o futuro bispo de Viana. Isso levou o pároco a intensificar os trabalhos de catequese nos povoados do município e a envolver o povo na construção do palácio episcopal.

Depois de muitos anos de arrecadações durante as principais festas religiosas, contribuições do comércio local e doações de particulares, finalmente, a construção do palácio foi iniciada. O responsável técnico pela obra, Gonçalo Belém, foi contratado especialmente de São Luís para essa importante missão. Embora não haja registros precisos do ano de inauguração do palácio, estima-se que tenha ocorrido entre 1946 e 1948.


Até a chegada de D. Hamleto de Angelis em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente ocupado por seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em ordem cronológica, depois da morte de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e, em seguida, para D. Adalberto de Paula e Silva, que foram o 2° e o 3° bispos de Viana, respectivamente.


Atualmente o prédio é ocupado por D. Xavier Gilles, há onze anos à frente de nossa diocese. De linhas suaves que lembram o estilo neoclássico, o prédio teve sua fachada adulterada na década de 80, quando sofreu desastrosa intervenção praticada pelo bispo D. Adalberto de Paula e Silva ao lhe mandar acrescentar, do lado direito, outras duas sacadas superiores sobre uma garagem térrea, além dos azulejos incompatíveis com o estilo original. O palácio episcopal de Viana tornou-se, assim, mais um exemplo do desrespeito das autoridades constituídas para com o patrimônio histórico da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Após a chegada de D. Hamleto de Angelis, em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente utilizado pelo seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em uma ordem cronológica subsequente, após o falecimento de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e D. Adalberto de Paula e Silva, que ocuparam os cargos de 2° e 3° bispos de Viana, respectivamente.


Renascer 23

História


A ideia de construir o palácio episcopal teve origem no início da década de 1940, durante a visita do então Arcebispo de São Luís, D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, a Viana. Nessa ocasião, a população o recebeu com grande carinho e festa, e quase duas mil pessoas foram crismadas por ele. D. Carlos Carmelo ficou tão impressionado com o fervor católico da comunidade vianense que considerou a possibilidade de sugerir ao Vaticano a criação de uma diocese em Viana.


Ao se despedir da cidade, D. Carlos Carmelo encarregou o padre Manoel Arouche de iniciar os preparativos para a futura diocese, motivando a comunidade a construir um palácio ao lado da Igreja Matriz para receber dignamente o futuro bispo de Viana. Isso levou o pároco a intensificar os trabalhos de catequese nos povoados do município e a envolver o povo na construção do palácio episcopal.

Depois de muitos anos de arrecadações durante as principais festas religiosas, contribuições do comércio local e doações de particulares, finalmente, a construção do palácio foi iniciada. O responsável técnico pela obra, Gonçalo Belém, foi contratado especialmente de São Luís para essa importante missão. Embora não haja registros precisos do ano de inauguração do palácio, estima-se que tenha ocorrido entre 1946 e 1948.


Até a chegada de D. Hamleto de Angelis em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente ocupado por seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em ordem cronológica, depois da morte de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e, em seguida, para D. Adalberto de Paula e Silva, que foram o 2° e o 3° bispos de Viana, respectivamente.


Atualmente o prédio é ocupado por D. Xavier Gilles, há onze anos à frente de nossa diocese. De linhas suaves que lembram o estilo neoclássico, o prédio teve sua fachada adulterada na década de 80, quando sofreu desastrosa intervenção praticada pelo bispo D. Adalberto de Paula e Silva ao lhe mandar acrescentar, do lado direito, outras duas sacadas superiores sobre uma garagem térrea, além dos azulejos incompatíveis com o estilo original. O palácio episcopal de Viana tornou-se, assim, mais um exemplo do desrespeito das autoridades constituídas para com o patrimônio histórico da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Após a chegada de D. Hamleto de Angelis, em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente utilizado pelo seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em uma ordem cronológica subsequente, após o falecimento de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e D. Adalberto de Paula e Silva, que ocuparam os cargos de 2° e 3° bispos de Viana, respectivamente.


Renascer 23

História


A ideia de construir o palácio episcopal teve origem no início da década de 1940, durante a visita do então Arcebispo de São Luís, D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, a Viana. Nessa ocasião, a população o recebeu com grande carinho e festa, e quase duas mil pessoas foram crismadas por ele. D. Carlos Carmelo ficou tão impressionado com o fervor católico da comunidade vianense que considerou a possibilidade de sugerir ao Vaticano a criação de uma diocese em Viana.


Ao se despedir da cidade, D. Carlos Carmelo encarregou o padre Manoel Arouche de iniciar os preparativos para a futura diocese, motivando a comunidade a construir um palácio ao lado da Igreja Matriz para receber dignamente o futuro bispo de Viana. Isso levou o pároco a intensificar os trabalhos de catequese nos povoados do município e a envolver o povo na construção do palácio episcopal.

Depois de muitos anos de arrecadações durante as principais festas religiosas, contribuições do comércio local e doações de particulares, finalmente, a construção do palácio foi iniciada. O responsável técnico pela obra, Gonçalo Belém, foi contratado especialmente de São Luís para essa importante missão. Embora não haja registros precisos do ano de inauguração do palácio, estima-se que tenha ocorrido entre 1946 e 1948.


Até a chegada de D. Hamleto de Angelis em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente ocupado por seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em ordem cronológica, depois da morte de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e, em seguida, para D. Adalberto de Paula e Silva, que foram o 2° e o 3° bispos de Viana, respectivamente.


Atualmente o prédio é ocupado por D. Xavier Gilles, há onze anos à frente de nossa diocese. De linhas suaves que lembram o estilo neoclássico, o prédio teve sua fachada adulterada na década de 80, quando sofreu desastrosa intervenção praticada pelo bispo D. Adalberto de Paula e Silva ao lhe mandar acrescentar, do lado direito, outras duas sacadas superiores sobre uma garagem térrea, além dos azulejos incompatíveis com o estilo original. O palácio episcopal de Viana tornou-se, assim, mais um exemplo do desrespeito das autoridades constituídas para com o patrimônio histórico da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Após a chegada de D. Hamleto de Angelis, em agosto de 1963, o palácio foi inicialmente utilizado pelo seu idealizador, o padre Manoel Arouche, que veio a falecer ali em 24 de outubro de 1958. Em uma ordem cronológica subsequente, após o falecimento de D. Hamleto, o palácio serviu como residência para D. Francisco Hélio Campos e D. Adalberto de Paula e Silva, que ocuparam os cargos de 2° e 3° bispos de Viana, respectivamente.


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