18 de outubro de 2023

ANTIGA CASA AMARELA DE VIANA

18 de outubro de 2023

ANTIGA CASA AMARELA DE VIANA

ANTIGA CASA AMARELA DE VIANA

História


Na década de 1929/1930, o comerciante Victor Hugo Soeiro promovia sua loja, a Casa Amarela de Portas Verdes, através de anúncios semanais no jornal "A Época". Localizada na Rua Cônego Hemetério nº 9, a loja oferecia aos clientes uma ampla variedade de produtos, incluindo fazendas, calçados para homens, senhoras e crianças, além de estivas, miudezas, ferragens, louças, vidros, óleo, tintas e perfumarias. No entanto, após mais de 70 anos, a outrora grandiosa Casa Amarela de Portas Verdes encontra-se atualmente em estado de abandono lamentável, não relembrando remotamente seu passado glorioso e sua relevância na história do comércio vianense.


Com linhas que evocavam o estilo neoclássico, o edifício havia perdido sua antiga platibanda, parte do reboco das paredes e a icônica cor amarela de sua fachada. Internamente, a condição não diferia muito do aspecto exterior. No entanto, o casarão resistia ao teste do tempo, mantendo praticamente intacta quase toda a arquitetura original. Era notável por ser o único edifício da cidade a apresentar uma sacada externa.


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa tinha um propósito dual, abrigando a loja no térreo e a residência no andar superior. A Casa Amarela de Viana atraía não apenas a clientela mais refinada da cidade, interessada em tecidos e perfumes tanto nacionais quanto estrangeiros, mas também fregueses vindos dos povoados em busca de estivas e miudezas.


Seu proprietário, naquela época, deixou sua marca na cultura local não apenas por suas brincadeiras e pelo serviço de "alto-falante" que encantava as noites vianenses com músicas e canções populares famosas, em uma época em que o rádio ainda não havia chegado à cidade. A memória coletiva guardaria principalmente a divertida rivalidade que ele mantinha com o alto-falante pertencente ao comerciante Daniel Gomes.


Depois de passar pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o edifício foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe. De acordo com informações obtidas no Cartório de 1° Ofício de Viana, naquela época o imóvel encontrava-se penhorado e estava programado para ser leiloado em breve. Desejamos que o futuro proprietário daquele tempo possa ter sido sensível à importância histórica do prédio e tenha tomado medidas para conservá-lo adequadamente, já que era um patrimônio da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa amarela de Viana serviu como local para sua loja no andar térreo e sua residência no andar superior.

Após ter passado pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o prédio foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe.


Renascer 26

História


Na década de 1929/1930, o comerciante Victor Hugo Soeiro promovia sua loja, a Casa Amarela de Portas Verdes, através de anúncios semanais no jornal "A Época". Localizada na Rua Cônego Hemetério nº 9, a loja oferecia aos clientes uma ampla variedade de produtos, incluindo fazendas, calçados para homens, senhoras e crianças, além de estivas, miudezas, ferragens, louças, vidros, óleo, tintas e perfumarias. No entanto, após mais de 70 anos, a outrora grandiosa Casa Amarela de Portas Verdes encontra-se atualmente em estado de abandono lamentável, não relembrando remotamente seu passado glorioso e sua relevância na história do comércio vianense.


Com linhas que evocavam o estilo neoclássico, o edifício havia perdido sua antiga platibanda, parte do reboco das paredes e a icônica cor amarela de sua fachada. Internamente, a condição não diferia muito do aspecto exterior. No entanto, o casarão resistia ao teste do tempo, mantendo praticamente intacta quase toda a arquitetura original. Era notável por ser o único edifício da cidade a apresentar uma sacada externa.


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa tinha um propósito dual, abrigando a loja no térreo e a residência no andar superior. A Casa Amarela de Viana atraía não apenas a clientela mais refinada da cidade, interessada em tecidos e perfumes tanto nacionais quanto estrangeiros, mas também fregueses vindos dos povoados em busca de estivas e miudezas.


Seu proprietário, naquela época, deixou sua marca na cultura local não apenas por suas brincadeiras e pelo serviço de "alto-falante" que encantava as noites vianenses com músicas e canções populares famosas, em uma época em que o rádio ainda não havia chegado à cidade. A memória coletiva guardaria principalmente a divertida rivalidade que ele mantinha com o alto-falante pertencente ao comerciante Daniel Gomes.


Depois de passar pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o edifício foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe. De acordo com informações obtidas no Cartório de 1° Ofício de Viana, naquela época o imóvel encontrava-se penhorado e estava programado para ser leiloado em breve. Desejamos que o futuro proprietário daquele tempo possa ter sido sensível à importância histórica do prédio e tenha tomado medidas para conservá-lo adequadamente, já que era um patrimônio da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa amarela de Viana serviu como local para sua loja no andar térreo e sua residência no andar superior.

Após ter passado pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o prédio foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe.


Renascer 26

História


Na década de 1929/1930, o comerciante Victor Hugo Soeiro promovia sua loja, a Casa Amarela de Portas Verdes, através de anúncios semanais no jornal "A Época". Localizada na Rua Cônego Hemetério nº 9, a loja oferecia aos clientes uma ampla variedade de produtos, incluindo fazendas, calçados para homens, senhoras e crianças, além de estivas, miudezas, ferragens, louças, vidros, óleo, tintas e perfumarias. No entanto, após mais de 70 anos, a outrora grandiosa Casa Amarela de Portas Verdes encontra-se atualmente em estado de abandono lamentável, não relembrando remotamente seu passado glorioso e sua relevância na história do comércio vianense.


Com linhas que evocavam o estilo neoclássico, o edifício havia perdido sua antiga platibanda, parte do reboco das paredes e a icônica cor amarela de sua fachada. Internamente, a condição não diferia muito do aspecto exterior. No entanto, o casarão resistia ao teste do tempo, mantendo praticamente intacta quase toda a arquitetura original. Era notável por ser o único edifício da cidade a apresentar uma sacada externa.


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa tinha um propósito dual, abrigando a loja no térreo e a residência no andar superior. A Casa Amarela de Viana atraía não apenas a clientela mais refinada da cidade, interessada em tecidos e perfumes tanto nacionais quanto estrangeiros, mas também fregueses vindos dos povoados em busca de estivas e miudezas.


Seu proprietário, naquela época, deixou sua marca na cultura local não apenas por suas brincadeiras e pelo serviço de "alto-falante" que encantava as noites vianenses com músicas e canções populares famosas, em uma época em que o rádio ainda não havia chegado à cidade. A memória coletiva guardaria principalmente a divertida rivalidade que ele mantinha com o alto-falante pertencente ao comerciante Daniel Gomes.


Depois de passar pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o edifício foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe. De acordo com informações obtidas no Cartório de 1° Ofício de Viana, naquela época o imóvel encontrava-se penhorado e estava programado para ser leiloado em breve. Desejamos que o futuro proprietário daquele tempo possa ter sido sensível à importância histórica do prédio e tenha tomado medidas para conservá-lo adequadamente, já que era um patrimônio da cidade.


Personalidades que habitaram o local


Construída pelo comerciante Victor Hugo Soeiro, a casa amarela de Viana serviu como local para sua loja no andar térreo e sua residência no andar superior.

Após ter passado pelas mãos dos empresários Oiama Cardoso e Feliciano Gonçalves, o prédio foi adquirido pelo ex-prefeito Walber Duailibe.


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