18 de outubro de 2023
CENTRO DE ENSINO MÉDIO N. S. DA CONCEIÇÃO
18 de outubro de 2023
CENTRO DE ENSINO MÉDIO N. S. DA CONCEIÇÃO
CENTRO DE ENSINO MÉDIO N. S. DA CONCEIÇÃO
História
Ao chegar a Viana como o primeiro bispo da região, Dom Hamleto de Angelis percebeu a necessidade urgente de proporcionar uma educação completa à juventude local. Em 25 de agosto de 1965, ele solicitou ao presidente do Conselho Estadual de Educação a autorização para estabelecer uma escola normal colegial, com o propósito de formar professores-apóstolos. Na época, Viana possuía apenas um ginásio administrado pela Campanha Nacional de Educandários Gratuitos (CNEG) e quatro grupos escolares, dois deles estaduais, um sob a responsabilidade da prefeitura municipal e outro pela antiga paróquia, agora transformada em Diocese.
A autorização para a criação da escola foi concedida em 4 de maio de 1966, mas semanas antes, em 17 de abril, Dom Hamleto já havia ministrado a aula inaugural no salão da Escola Paroquial "Dom José Delgado". O evento contou com a presença de autoridades, pais dos futuros alunos e professores. A escola normal funcionou neste local durante todo o ano letivo de 1966. No ano seguinte, em 2 de março de 1967, foi inaugurado o edifício onde a instituição de ensino continua operando até os dias de hoje.
O prédio que substituiu a antiga Igreja de São Sebastião, construído pela Diocese, foi inaugurado com o início das aulas para as turmas do 1º e 2º anos do curso. A equipe de educadores era composta por profissionais dedicados, incluindo:
Diretora: Rosa Maria Pinheiro Gomes
Secretária: Maria Inês Serejo Azevedo
Orientadora Pedagógica: Irmã Maria Trotier
Professoras: Zeíla Cunha Lauleta, Edith Nair Furtado Silva, Maria de Jesus Piedade Rodrigues, Irmã Eillen Pratt, Irmã Lucille Labarre, Irmã Mônica Dallaire, Irmã Julietta Filiatrault
A primeira turma era composta por nove alunas, cujos nomes eram: Maria Lucinda Moreno, Norma Zenni, Graça Lourdes Rocha, Margareth das Graças Bezerra Aragão, Maria do Espírito Santo Mendonça, Maria de Ribamar Sousa, Maria do Socorro Soeiro, Sofia da Graça Ribeiro dos Santos e Maria da Conceição Oliveira da Silva.
A escola estava bem equipada, contando com salas de didática, um gabinete de ciências, uma biblioteca e outros recursos. Além disso, foi estabelecido um Conselho Estudantil, composto por Moisés Garcia Almeida como presidente, Maria Lucinda Moreno como secretária e Sebastião Oliveira Sousa como tesoureiro.
Os alunos também tinham um jornal chamado "Estrela Radiante", que eles mesmos produziam com a ajuda de um mimeógrafo. A capa do jornal apresentava uma estrela maior, simbolizando a padroeira da Diocese, Nossa Senhora da Conceição, abençoando a escola. Havia também um desenho de uma lamparina, representando a luz do conhecimento, e várias estrelas menores, simbolizando os alunos como portadores da mensagem cristã, guiados pela estrela maior de Maria, mãe de Deus, irradiando cultura, formação e vivência cristã.
dator-chefe do jornal era o professor de português Luís Carlos Pereira. É relevante mencionar a mensagem do vigário capitular, padre Mário Cuomo, no primeiro número do jornal "Estrela Radiante". Ele expressou o seguinte pensamento:
“São poucas palavras para apresentar meus parabéns à Estrela Radiante que vai, pela primeira vez, como meio de irradiação da nossa Escola Normal. Justamente chamou-se de estrela radiante, para que os alunos desta escola, futuros professores, desde já comecem a educar, irradiar suas idéias. Pois é, as ações refletem as idéias. Semear uma idéia boa, quer dizer colher ações dignas do homem. A finalidade de nossa escola é dar ao Maranhão professores convictos dessa idéias, de que o homem, qualquer homem, não é produto mais evoluído da natureza que encontra sua perfeição no desenvolvimento de sua vida biológica e cultural e sim uma criatura que saiu das mãos de Deus e que, considerando o desenvolvimento como meio e não como fim, acha sua perfeição no serviço e no amor dos outros, vendo neles irmãos no Cristo.”
O objetivo de Dom Hamleto de Angelis, desde 1964, era claro. O bispo expressou seu desejo de construir a Escola Normal e, no leito de morte, pediu que um retrato da escola fosse trazido a ele. Ele olhou para a imagem e abençoou a obra, um gesto que continuamos a acreditar que ele esteja fazendo lá do céu. O amor e a dedicação que o bispo tinha pela escola e pela Diocese eram emocionantes.
Atualmente, a escola está sob a responsabilidade do Estado, através da Secretaria de Educação, após ter sido administrada anteriormente pelo município de Viana. A Escola Normal Colegial Nossa Senhora da Conceição continua sendo um importante centro de formação pedagógica para a maioria dos professores que atuam em Viana. Diversos ex-alunos, como a acadêmica Maria Vitória Santos, e professores, incluindo Venceslau Augusto Travassos, Lucimar Nunes Gonçalves, Maria da Graça Magalhães Mendonça, Rosa Maria Travassos, José Ribamar Serejo Sousa, entre outros, estão espalhados pelo Brasil, levando consigo a formação e os valores que receberam na instituição.
História
Ao chegar a Viana como o primeiro bispo da região, Dom Hamleto de Angelis percebeu a necessidade urgente de proporcionar uma educação completa à juventude local. Em 25 de agosto de 1965, ele solicitou ao presidente do Conselho Estadual de Educação a autorização para estabelecer uma escola normal colegial, com o propósito de formar professores-apóstolos. Na época, Viana possuía apenas um ginásio administrado pela Campanha Nacional de Educandários Gratuitos (CNEG) e quatro grupos escolares, dois deles estaduais, um sob a responsabilidade da prefeitura municipal e outro pela antiga paróquia, agora transformada em Diocese.
A autorização para a criação da escola foi concedida em 4 de maio de 1966, mas semanas antes, em 17 de abril, Dom Hamleto já havia ministrado a aula inaugural no salão da Escola Paroquial "Dom José Delgado". O evento contou com a presença de autoridades, pais dos futuros alunos e professores. A escola normal funcionou neste local durante todo o ano letivo de 1966. No ano seguinte, em 2 de março de 1967, foi inaugurado o edifício onde a instituição de ensino continua operando até os dias de hoje.
O prédio que substituiu a antiga Igreja de São Sebastião, construído pela Diocese, foi inaugurado com o início das aulas para as turmas do 1º e 2º anos do curso. A equipe de educadores era composta por profissionais dedicados, incluindo:
Diretora: Rosa Maria Pinheiro Gomes
Secretária: Maria Inês Serejo Azevedo
Orientadora Pedagógica: Irmã Maria Trotier
Professoras: Zeíla Cunha Lauleta, Edith Nair Furtado Silva, Maria de Jesus Piedade Rodrigues, Irmã Eillen Pratt, Irmã Lucille Labarre, Irmã Mônica Dallaire, Irmã Julietta Filiatrault
A primeira turma era composta por nove alunas, cujos nomes eram: Maria Lucinda Moreno, Norma Zenni, Graça Lourdes Rocha, Margareth das Graças Bezerra Aragão, Maria do Espírito Santo Mendonça, Maria de Ribamar Sousa, Maria do Socorro Soeiro, Sofia da Graça Ribeiro dos Santos e Maria da Conceição Oliveira da Silva.
A escola estava bem equipada, contando com salas de didática, um gabinete de ciências, uma biblioteca e outros recursos. Além disso, foi estabelecido um Conselho Estudantil, composto por Moisés Garcia Almeida como presidente, Maria Lucinda Moreno como secretária e Sebastião Oliveira Sousa como tesoureiro.
Os alunos também tinham um jornal chamado "Estrela Radiante", que eles mesmos produziam com a ajuda de um mimeógrafo. A capa do jornal apresentava uma estrela maior, simbolizando a padroeira da Diocese, Nossa Senhora da Conceição, abençoando a escola. Havia também um desenho de uma lamparina, representando a luz do conhecimento, e várias estrelas menores, simbolizando os alunos como portadores da mensagem cristã, guiados pela estrela maior de Maria, mãe de Deus, irradiando cultura, formação e vivência cristã.
dator-chefe do jornal era o professor de português Luís Carlos Pereira. É relevante mencionar a mensagem do vigário capitular, padre Mário Cuomo, no primeiro número do jornal "Estrela Radiante". Ele expressou o seguinte pensamento:
“São poucas palavras para apresentar meus parabéns à Estrela Radiante que vai, pela primeira vez, como meio de irradiação da nossa Escola Normal. Justamente chamou-se de estrela radiante, para que os alunos desta escola, futuros professores, desde já comecem a educar, irradiar suas idéias. Pois é, as ações refletem as idéias. Semear uma idéia boa, quer dizer colher ações dignas do homem. A finalidade de nossa escola é dar ao Maranhão professores convictos dessa idéias, de que o homem, qualquer homem, não é produto mais evoluído da natureza que encontra sua perfeição no desenvolvimento de sua vida biológica e cultural e sim uma criatura que saiu das mãos de Deus e que, considerando o desenvolvimento como meio e não como fim, acha sua perfeição no serviço e no amor dos outros, vendo neles irmãos no Cristo.”
O objetivo de Dom Hamleto de Angelis, desde 1964, era claro. O bispo expressou seu desejo de construir a Escola Normal e, no leito de morte, pediu que um retrato da escola fosse trazido a ele. Ele olhou para a imagem e abençoou a obra, um gesto que continuamos a acreditar que ele esteja fazendo lá do céu. O amor e a dedicação que o bispo tinha pela escola e pela Diocese eram emocionantes.
Atualmente, a escola está sob a responsabilidade do Estado, através da Secretaria de Educação, após ter sido administrada anteriormente pelo município de Viana. A Escola Normal Colegial Nossa Senhora da Conceição continua sendo um importante centro de formação pedagógica para a maioria dos professores que atuam em Viana. Diversos ex-alunos, como a acadêmica Maria Vitória Santos, e professores, incluindo Venceslau Augusto Travassos, Lucimar Nunes Gonçalves, Maria da Graça Magalhães Mendonça, Rosa Maria Travassos, José Ribamar Serejo Sousa, entre outros, estão espalhados pelo Brasil, levando consigo a formação e os valores que receberam na instituição.
História
Ao chegar a Viana como o primeiro bispo da região, Dom Hamleto de Angelis percebeu a necessidade urgente de proporcionar uma educação completa à juventude local. Em 25 de agosto de 1965, ele solicitou ao presidente do Conselho Estadual de Educação a autorização para estabelecer uma escola normal colegial, com o propósito de formar professores-apóstolos. Na época, Viana possuía apenas um ginásio administrado pela Campanha Nacional de Educandários Gratuitos (CNEG) e quatro grupos escolares, dois deles estaduais, um sob a responsabilidade da prefeitura municipal e outro pela antiga paróquia, agora transformada em Diocese.
A autorização para a criação da escola foi concedida em 4 de maio de 1966, mas semanas antes, em 17 de abril, Dom Hamleto já havia ministrado a aula inaugural no salão da Escola Paroquial "Dom José Delgado". O evento contou com a presença de autoridades, pais dos futuros alunos e professores. A escola normal funcionou neste local durante todo o ano letivo de 1966. No ano seguinte, em 2 de março de 1967, foi inaugurado o edifício onde a instituição de ensino continua operando até os dias de hoje.
O prédio que substituiu a antiga Igreja de São Sebastião, construído pela Diocese, foi inaugurado com o início das aulas para as turmas do 1º e 2º anos do curso. A equipe de educadores era composta por profissionais dedicados, incluindo:
Diretora: Rosa Maria Pinheiro Gomes
Secretária: Maria Inês Serejo Azevedo
Orientadora Pedagógica: Irmã Maria Trotier
Professoras: Zeíla Cunha Lauleta, Edith Nair Furtado Silva, Maria de Jesus Piedade Rodrigues, Irmã Eillen Pratt, Irmã Lucille Labarre, Irmã Mônica Dallaire, Irmã Julietta Filiatrault
A primeira turma era composta por nove alunas, cujos nomes eram: Maria Lucinda Moreno, Norma Zenni, Graça Lourdes Rocha, Margareth das Graças Bezerra Aragão, Maria do Espírito Santo Mendonça, Maria de Ribamar Sousa, Maria do Socorro Soeiro, Sofia da Graça Ribeiro dos Santos e Maria da Conceição Oliveira da Silva.
A escola estava bem equipada, contando com salas de didática, um gabinete de ciências, uma biblioteca e outros recursos. Além disso, foi estabelecido um Conselho Estudantil, composto por Moisés Garcia Almeida como presidente, Maria Lucinda Moreno como secretária e Sebastião Oliveira Sousa como tesoureiro.
Os alunos também tinham um jornal chamado "Estrela Radiante", que eles mesmos produziam com a ajuda de um mimeógrafo. A capa do jornal apresentava uma estrela maior, simbolizando a padroeira da Diocese, Nossa Senhora da Conceição, abençoando a escola. Havia também um desenho de uma lamparina, representando a luz do conhecimento, e várias estrelas menores, simbolizando os alunos como portadores da mensagem cristã, guiados pela estrela maior de Maria, mãe de Deus, irradiando cultura, formação e vivência cristã.
dator-chefe do jornal era o professor de português Luís Carlos Pereira. É relevante mencionar a mensagem do vigário capitular, padre Mário Cuomo, no primeiro número do jornal "Estrela Radiante". Ele expressou o seguinte pensamento:
“São poucas palavras para apresentar meus parabéns à Estrela Radiante que vai, pela primeira vez, como meio de irradiação da nossa Escola Normal. Justamente chamou-se de estrela radiante, para que os alunos desta escola, futuros professores, desde já comecem a educar, irradiar suas idéias. Pois é, as ações refletem as idéias. Semear uma idéia boa, quer dizer colher ações dignas do homem. A finalidade de nossa escola é dar ao Maranhão professores convictos dessa idéias, de que o homem, qualquer homem, não é produto mais evoluído da natureza que encontra sua perfeição no desenvolvimento de sua vida biológica e cultural e sim uma criatura que saiu das mãos de Deus e que, considerando o desenvolvimento como meio e não como fim, acha sua perfeição no serviço e no amor dos outros, vendo neles irmãos no Cristo.”
O objetivo de Dom Hamleto de Angelis, desde 1964, era claro. O bispo expressou seu desejo de construir a Escola Normal e, no leito de morte, pediu que um retrato da escola fosse trazido a ele. Ele olhou para a imagem e abençoou a obra, um gesto que continuamos a acreditar que ele esteja fazendo lá do céu. O amor e a dedicação que o bispo tinha pela escola e pela Diocese eram emocionantes.
Atualmente, a escola está sob a responsabilidade do Estado, através da Secretaria de Educação, após ter sido administrada anteriormente pelo município de Viana. A Escola Normal Colegial Nossa Senhora da Conceição continua sendo um importante centro de formação pedagógica para a maioria dos professores que atuam em Viana. Diversos ex-alunos, como a acadêmica Maria Vitória Santos, e professores, incluindo Venceslau Augusto Travassos, Lucimar Nunes Gonçalves, Maria da Graça Magalhães Mendonça, Rosa Maria Travassos, José Ribamar Serejo Sousa, entre outros, estão espalhados pelo Brasil, levando consigo a formação e os valores que receberam na instituição.
LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:
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