18 de outubro de 2023
CASARÃO DA ANTIGA BAIXA DOS CARVALHOS
18 de outubro de 2023
CASARÃO DA ANTIGA BAIXA DOS CARVALHOS
CASARÃO DA ANTIGA BAIXA DOS CARVALHOS
História
Atualmente, o casarão abriga a sede da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Esta bela construção foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho (1854 – 1919), um próspero comerciante e o sexto prefeito da cidade após a Proclamação da República. Leonel era casado com Judith Leopoldina Gomes de Carvalho e juntos formaram uma extensa linhagem, que hoje já alcança a quinta geração.
Esta casa viu nascer todos os filhos do casal Leonel e Judith: Joaquim, Raimundo Eustáquio, Ozimo, Maria Leopoldina, Raimunda Nonata, Clodoaldo, Cipriano e João. É importante destacar que entre esses filhos está Ozimo de Carvalho, que se tornaria um farmacêutico, intelectual e também prefeito de Viana, desempenhando um papel significativo na história da cidade.
Além desse aspecto histórico, o prédio possui outro significado especial para Viana. Está localizado em frente a uma área que, naquela época, ficava alagada durante o inverno e era conhecida como "Baixa do Leonel" até as primeiras décadas do século passado. Com o falecimento de Leonel em 1919, sua viúva optou por vender a propriedade e se mudar para São Luís. Desse modo, a propriedade passou para as mãos do Sr. Eusébio Aragão, que a utilizou como padaria por alguns anos. No entanto, João, o filho mais jovem dos antigos donos, retornou à cidade e acabou readquirindo o antigo casarão. João Carvalho, após ter morado na Paraíba e se casado com Ana (Anete) Pinto, uma cearense, decidiu trazer sua família de volta a Viana e estabelecer residência na mesma casa onde ele havia nascido e crescido.
A partir do final da década de 1930, o local, que ainda ficava alagado durante o inverno, passou a ser chamado de "Baixa do João Carvalho". Em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, abrigou dezenas de jovens adolescentes dos povoados e municípios vizinhos.
Hoje, no local, não mais existe o terreno baldio chamado de “baixa” (e tampouco alaga no período das chuvas), mas o imóvel – para sorte de nosso patrimônio arquitetônico – continua belo, imponente e dando o testemunho concreto de uma história centenária de resistência. De linhas tipicamente coloniais, mesmo situando-se fora do centro histórico, o prédio foi tombado individualmente pela DPHAP (Departamento do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Paisagístico do Estado) em outubro de 1988.
Personalidades que habitaram o local
Este majestoso edifício, que foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho, um eminente comerciante e o sexto prefeito de Viana após a Proclamação da República.
Após mudanças de proprietários e uma breve passagem como uma padaria sob a gestão de Eusébio Aragão, a casa voltou às mãos de João Carvalho, o filho mais novo da família original. João, depois de uma vida na Paraíba e seu casamento com Ana (Anete) Pinto, decidiu retornar à cidade natal e estabelecer sua moradia na mesma casa onde cresceu e foi criado.
O que torna essa história ainda mais cativante é o fato de que, em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, este local abrigou jovens de várias localidades vizinhas, moldando seu destino e contribuindo para a rica história da região.
História
Atualmente, o casarão abriga a sede da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Esta bela construção foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho (1854 – 1919), um próspero comerciante e o sexto prefeito da cidade após a Proclamação da República. Leonel era casado com Judith Leopoldina Gomes de Carvalho e juntos formaram uma extensa linhagem, que hoje já alcança a quinta geração.
Esta casa viu nascer todos os filhos do casal Leonel e Judith: Joaquim, Raimundo Eustáquio, Ozimo, Maria Leopoldina, Raimunda Nonata, Clodoaldo, Cipriano e João. É importante destacar que entre esses filhos está Ozimo de Carvalho, que se tornaria um farmacêutico, intelectual e também prefeito de Viana, desempenhando um papel significativo na história da cidade. Além desse aspecto histórico, o prédio possui outro significado especial para Viana. Está localizado em frente a uma área que, naquela época, ficava alagada durante o inverno e era conhecida como "Baixa do Leonel" até as primeiras décadas do século passado. Com o falecimento de Leonel em 1919, sua viúva optou por vender a propriedade e se mudar para São Luís. Desse modo, a propriedade passou para as mãos do Sr. Eusébio Aragão, que a utilizou como padaria por alguns anos. No entanto, João, o filho mais jovem dos antigos donos, retornou à cidade e acabou readquirindo o antigo casarão. João Carvalho, após ter morado na Paraíba e se casado com Ana (Anete) Pinto, uma cearense, decidiu trazer sua família de volta a Viana e estabelecer residência na mesma casa onde ele havia nascido e crescido.
A partir do final da década de 1930, o local, que ainda ficava alagado durante o inverno, passou a ser chamado de "Baixa do João Carvalho". Em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, abrigou dezenas de jovens adolescentes dos povoados e municípios vizinhos.
Hoje, no local, não mais existe o terreno baldio chamado de “baixa” (e tampouco alaga no período das chuvas), mas o imóvel – para sorte de nosso patrimônio arquitetônico – continua belo, imponente e dando o testemunho concreto de uma história centenária de resistência. De linhas tipicamente coloniais, mesmo situando-se fora do centro histórico, o prédio foi tombado individualmente pela DPHAP (Departamento do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Paisagístico do Estado) em outubro de 1988.
Personalidades que habitaram o local
Este majestoso edifício, que foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho, um eminente comerciante e o sexto prefeito de Viana após a Proclamação da República.
Após mudanças de proprietários e uma breve passagem como uma padaria sob a gestão de Eusébio Aragão, a casa voltou às mãos de João Carvalho, o filho mais novo da família original. João, depois de uma vida na Paraíba e seu casamento com Ana (Anete) Pinto, decidiu retornar à cidade natal e estabelecer sua moradia na mesma casa onde cresceu e foi criado.
O que torna essa história ainda mais cativante é o fato de que, em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, este local abrigou jovens de várias localidades vizinhas, moldando seu destino e contribuindo para a rica história da região.
História
Atualmente, o casarão abriga a sede da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Esta bela construção foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho (1854 – 1919), um próspero comerciante e o sexto prefeito da cidade após a Proclamação da República. Leonel era casado com Judith Leopoldina Gomes de Carvalho e juntos formaram uma extensa linhagem, que hoje já alcança a quinta geração.
Esta casa viu nascer todos os filhos do casal Leonel e Judith: Joaquim, Raimundo Eustáquio, Ozimo, Maria Leopoldina, Raimunda Nonata, Clodoaldo, Cipriano e João. É importante destacar que entre esses filhos está Ozimo de Carvalho, que se tornaria um farmacêutico, intelectual e também prefeito de Viana, desempenhando um papel significativo na história da cidade. Além desse aspecto histórico, o prédio possui outro significado especial para Viana. Está localizado em frente a uma área que, naquela época, ficava alagada durante o inverno e era conhecida como "Baixa do Leonel" até as primeiras décadas do século passado. Com o falecimento de Leonel em 1919, sua viúva optou por vender a propriedade e se mudar para São Luís. Desse modo, a propriedade passou para as mãos do Sr. Eusébio Aragão, que a utilizou como padaria por alguns anos. No entanto, João, o filho mais jovem dos antigos donos, retornou à cidade e acabou readquirindo o antigo casarão. João Carvalho, após ter morado na Paraíba e se casado com Ana (Anete) Pinto, uma cearense, decidiu trazer sua família de volta a Viana e estabelecer residência na mesma casa onde ele havia nascido e crescido.
A partir do final da década de 1930, o local, que ainda ficava alagado durante o inverno, passou a ser chamado de "Baixa do João Carvalho". Em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, abrigou dezenas de jovens adolescentes dos povoados e municípios vizinhos.
Hoje, no local, não mais existe o terreno baldio chamado de “baixa” (e tampouco alaga no período das chuvas), mas o imóvel – para sorte de nosso patrimônio arquitetônico – continua belo, imponente e dando o testemunho concreto de uma história centenária de resistência. De linhas tipicamente coloniais, mesmo situando-se fora do centro histórico, o prédio foi tombado individualmente pela DPHAP (Departamento do Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Paisagístico do Estado) em outubro de 1988.
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Este majestoso edifício, que foi propriedade de Leonel Alves de Carvalho, um eminente comerciante e o sexto prefeito de Viana após a Proclamação da República.
Após mudanças de proprietários e uma breve passagem como uma padaria sob a gestão de Eusébio Aragão, a casa voltou às mãos de João Carvalho, o filho mais novo da família original. João, depois de uma vida na Paraíba e seu casamento com Ana (Anete) Pinto, decidiu retornar à cidade natal e estabelecer sua moradia na mesma casa onde cresceu e foi criado.
O que torna essa história ainda mais cativante é o fato de que, em 1964, com a chegada de Dom Hamleto de Angelis e a mudança de João Carvalho para a capital, o casarão foi adquirido pela Diocese de Viana e transformado no "Seminário São José". Durante mais de uma década, este local abrigou jovens de várias localidades vizinhas, moldando seu destino e contribuindo para a rica história da região.
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