18 de outubro de 2023

CASA E COMÉRCIO DO BETRONE

18 de outubro de 2023

CASA E COMÉRCIO DO BETRONE

CASA E COMÉRCIO DO BETRONE

História


Havia uma residência e ponto comercial, dos mais antigos da cidade, situada na confluência das ruas Castro Maia e Dom Hamleto de Angelis, que guardava uma série de histórias fascinantes. No passado, quando a Igreja de São Sebastião ainda ocupava o espaço atualmente ocupado pelo Centro de Ensino N. S. da Conceição, este local atraía muitos clientes, especialmente durante o mês de janeiro, quando a tradicional festa do santo mártir do catolicismo era celebrada. Nessa época, comércio e bar coexistiam no mesmo local.


Ao longo do século passado, esse prédio testemunhou a presença de diversos comerciantes, incluindo nomes notáveis como Daniel Gomes, Seu Mano e seu cunhado Raimundo Xandico, Gentil Aragão, João Rodrigues (conhecido como João de Perolina) e Juarez Mendonça Cutrim, carinhosamente chamado de Vavá.


Durante a gestão de Gentil Aragão, uma medida interessante foi adotada para evitar conflitos entre os clientes: uma choupana foi construída no terreno adjacente ao prédio para a venda exclusiva de bebidas alcoólicas. Esse local ficou conhecido popularmente como "Buraco do Tatu" e era especialmente movimentado durante o período carnavalesco.


Uma particularidade notável deste prédio era que, ao contrário da maioria das construções que abrigavam tanto residência quanto comércio de uma mesma família, este edifício muitas vezes seguia uma regra diferente. A residência na parte lateral normalmente era ocupada por famílias que não tinham parentesco algum com o comerciante estabelecido ali. Assim, enquanto o comércio passava por diversas mãos, diferentes famílias também ocupavam a residência. Entre essas famílias, destacam-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco.


O prédio, de arquitetura colonial, passou por algumas alterações ao longo do tempo, incluindo o aumento na altura das portas do comércio para acomodar portas de ferro, além de modificações nas molduras e a transformação de duas janelas laterais em portas adicionais.


Personalidades que habitaram o local


Dentre essas famílias, destacaram-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco. O imóvel, originalmente pertencente ao Sr. Antonio Mariano Vieira da Silva, foi adquirido de seus herdeiros em 1973 pelo comerciante Betrone Rodrigues Oliveira.


Curiosidades


Um dos eventos mais marcantes na história deste imóvel ocorreu em 29 de novembro de 1957, quando o delegado José Campelo foi assassinado. Este crime foi uma represália à morte de Pedro Cigano, uma figura famosa por suas bravatas que agitaram a pacata sociedade local naquela época. Para vingar a morte de seu companheiro, alguns ciganos se esconderam embaixo do assoalho do prédio vizinho à residência do então delegado de Viana.


Renascer 33

História


Havia uma residência e ponto comercial, dos mais antigos da cidade, situada na confluência das ruas Castro Maia e Dom Hamleto de Angelis, que guardava uma série de histórias fascinantes. No passado, quando a Igreja de São Sebastião ainda ocupava o espaço atualmente ocupado pelo Centro de Ensino N. S. da Conceição, este local atraía muitos clientes, especialmente durante o mês de janeiro, quando a tradicional festa do santo mártir do catolicismo era celebrada. Nessa época, comércio e bar coexistiam no mesmo local.


Ao longo do século passado, esse prédio testemunhou a presença de diversos comerciantes, incluindo nomes notáveis como Daniel Gomes, Seu Mano e seu cunhado Raimundo Xandico, Gentil Aragão, João Rodrigues (conhecido como João de Perolina) e Juarez Mendonça Cutrim, carinhosamente chamado de Vavá.


Durante a gestão de Gentil Aragão, uma medida interessante foi adotada para evitar conflitos entre os clientes: uma choupana foi construída no terreno adjacente ao prédio para a venda exclusiva de bebidas alcoólicas. Esse local ficou conhecido popularmente como "Buraco do Tatu" e era especialmente movimentado durante o período carnavalesco.


Uma particularidade notável deste prédio era que, ao contrário da maioria das construções que abrigavam tanto residência quanto comércio de uma mesma família, este edifício muitas vezes seguia uma regra diferente. A residência na parte lateral normalmente era ocupada por famílias que não tinham parentesco algum com o comerciante estabelecido ali. Assim, enquanto o comércio passava por diversas mãos, diferentes famílias também ocupavam a residência. Entre essas famílias, destacam-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco.


O prédio, de arquitetura colonial, passou por algumas alterações ao longo do tempo, incluindo o aumento na altura das portas do comércio para acomodar portas de ferro, além de modificações nas molduras e a transformação de duas janelas laterais em portas adicionais.


Personalidades que habitaram o local


Dentre essas famílias, destacaram-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco. O imóvel, originalmente pertencente ao Sr. Antonio Mariano Vieira da Silva, foi adquirido de seus herdeiros em 1973 pelo comerciante Betrone Rodrigues Oliveira.


Curiosidades


Um dos eventos mais marcantes na história deste imóvel ocorreu em 29 de novembro de 1957, quando o delegado José Campelo foi assassinado. Este crime foi uma represália à morte de Pedro Cigano, uma figura famosa por suas bravatas que agitaram a pacata sociedade local naquela época. Para vingar a morte de seu companheiro, alguns ciganos se esconderam embaixo do assoalho do prédio vizinho à residência do então delegado de Viana.


Renascer 33

História


Havia uma residência e ponto comercial, dos mais antigos da cidade, situada na confluência das ruas Castro Maia e Dom Hamleto de Angelis, que guardava uma série de histórias fascinantes. No passado, quando a Igreja de São Sebastião ainda ocupava o espaço atualmente ocupado pelo Centro de Ensino N. S. da Conceição, este local atraía muitos clientes, especialmente durante o mês de janeiro, quando a tradicional festa do santo mártir do catolicismo era celebrada. Nessa época, comércio e bar coexistiam no mesmo local.


Ao longo do século passado, esse prédio testemunhou a presença de diversos comerciantes, incluindo nomes notáveis como Daniel Gomes, Seu Mano e seu cunhado Raimundo Xandico, Gentil Aragão, João Rodrigues (conhecido como João de Perolina) e Juarez Mendonça Cutrim, carinhosamente chamado de Vavá.


Durante a gestão de Gentil Aragão, uma medida interessante foi adotada para evitar conflitos entre os clientes: uma choupana foi construída no terreno adjacente ao prédio para a venda exclusiva de bebidas alcoólicas. Esse local ficou conhecido popularmente como "Buraco do Tatu" e era especialmente movimentado durante o período carnavalesco.


Uma particularidade notável deste prédio era que, ao contrário da maioria das construções que abrigavam tanto residência quanto comércio de uma mesma família, este edifício muitas vezes seguia uma regra diferente. A residência na parte lateral normalmente era ocupada por famílias que não tinham parentesco algum com o comerciante estabelecido ali. Assim, enquanto o comércio passava por diversas mãos, diferentes famílias também ocupavam a residência. Entre essas famílias, destacam-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco.


O prédio, de arquitetura colonial, passou por algumas alterações ao longo do tempo, incluindo o aumento na altura das portas do comércio para acomodar portas de ferro, além de modificações nas molduras e a transformação de duas janelas laterais em portas adicionais.


Personalidades que habitaram o local


Dentre essas famílias, destacaram-se Dudu e Antônio Furtado, Graco do Amaral, o lendário Zé Gato, Seu Dutra e Raimundo Nonato Mendes, carinhosamente conhecido como Bico Branco. O imóvel, originalmente pertencente ao Sr. Antonio Mariano Vieira da Silva, foi adquirido de seus herdeiros em 1973 pelo comerciante Betrone Rodrigues Oliveira.


Curiosidades


Um dos eventos mais marcantes na história deste imóvel ocorreu em 29 de novembro de 1957, quando o delegado José Campelo foi assassinado. Este crime foi uma represália à morte de Pedro Cigano, uma figura famosa por suas bravatas que agitaram a pacata sociedade local naquela época. Para vingar a morte de seu companheiro, alguns ciganos se esconderam embaixo do assoalho do prédio vizinho à residência do então delegado de Viana.


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