18 de outubro de 2023
IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
18 de outubro de 2023
IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
História
Outrora, onde hoje se encontra o prédio da Escola Normal, estava situada a Igreja de São Sebastião. Como um dos principais templos religiosos da cidade, ao longo de muitas décadas, foi um espaço de encontros e celebrações para a comunidade católica vianense. A igreja era especialmente conhecida por sediar a festa em homenagem ao santo mártir no mês de janeiro, uma tradição firmemente integrada ao calendário festivo local da época.
Apresentando uma arquitetura tipicamente barroca, como era comum no período colonial, a igreja possuía mais da metade de sua fachada frontal revestida de autênticos azulejos portugueses. Entre esses azulejos, destacava-se a presença da "cruz de malta" em um fundo de cor amarela, um elemento que enriquecia ainda mais a beleza arquitetônica da igreja. Hoje, esses detalhes históricos permanecem como testemunhas da rica herança cultural e religiosa da cidade.
Devido à falta de registros oficiais, como é o caso de praticamente tudo em Viana, torna-se desafiador determinar a data exata de sua construção, mas é calculado que quando foi derrubada no verão de 1962, a igreja já tivesse ultrapassado um século de existência. É vital esclarecer e retificar um grave erro, atualmente amplamente disseminado entre a população, que é o de imputar a destruição da mencionada igreja a Dom Hamleto de Angelis.
Demolição
A demolição - Na verdade, o pequeno templo foi derrubado com o consentimento dos paroquianos e do então Pároco de Viana, sob a liderança do Sr. Heitor Piedade (o renomado Seu Gegê), responsável pela manutenção do edifício e pela organização dos festejos de São Sebastião. Essa decisão foi tomada devido ao estado físico precário da igreja, que exibia fissuras em algumas de suas paredes. Por causa dessa situação, a tradicional festa de janeiro de 1961 não pôde ser realizada.
No inverno de 1962, após uma noite de chuvas torrenciais que persistiram até a madrugada, por volta das 10 horas da manhã, uma das paredes da sacristia desabou, causando um estrondo ensurdecedor que assustou toda a vizinhança. Assim, com o objetivo de prevenir um incidente mais grave (naquela época, a importância da preservação do patrimônio histórico da comunidade não era amplamente reconhecida), foi tomada a lamentável decisão de demolir o edifício assim que o período de chuvas chegasse ao fim, o que ocorreu em setembro/outubro de 1962.
Construção da escola normal
Quando Dom Hamleto chegou a Viana em agosto de 1963, deparou-se com um monte de tijolos no meio da praça, quase cobrindo o antigo cruzeiro. Diante do anseio antigo dos vianenses de criar um curso normal, o bispo sugeriu a ideia de, em vez de construir uma nova igreja em homenagem ao santo, utilizar o local para edificar o prédio que abrigaria a Escola Normal Nossa Senhora da Conceição. A construção teve início no segundo semestre de 1966. Talvez por esse motivo, de forma equivocada, a memória coletiva acabou associando a destruição do templo ao primeiro bispo da Diocese de Viana.
Curiosidades
Durante muitas décadas, a igreja foi um local de encontro e celebrações para a comunidade católica de Viana. A festa em homenagem ao santo mártir, que tradicionalmente fazia parte do calendário festivo local em janeiro, acontecia ali. A igreja, com uma arquitetura típica do período colonial, apresentava mais da metade de sua fachada frontal adornada com autênticos azulejos portugueses, onde se destacava a "cruz de malta" em um fundo amarelo.
História
Outrora, onde hoje se encontra o prédio da Escola Normal, estava situada a Igreja de São Sebastião. Como um dos principais templos religiosos da cidade, ao longo de muitas décadas, foi um espaço de encontros e celebrações para a comunidade católica vianense. A igreja era especialmente conhecida por sediar a festa em homenagem ao santo mártir no mês de janeiro, uma tradição firmemente integrada ao calendário festivo local da época.
Apresentando uma arquitetura tipicamente barroca, como era comum no período colonial, a igreja possuía mais da metade de sua fachada frontal revestida de autênticos azulejos portugueses. Entre esses azulejos, destacava-se a presença da "cruz de malta" em um fundo de cor amarela, um elemento que enriquecia ainda mais a beleza arquitetônica da igreja. Hoje, esses detalhes históricos permanecem como testemunhas da rica herança cultural e religiosa da cidade.
Devido à falta de registros oficiais, como é o caso de praticamente tudo em Viana, torna-se desafiador determinar a data exata de sua construção, mas é calculado que quando foi derrubada no verão de 1962, a igreja já tivesse ultrapassado um século de existência. É vital esclarecer e retificar um grave erro, atualmente amplamente disseminado entre a população, que é o de imputar a destruição da mencionada igreja a Dom Hamleto de Angelis.
Demolição
A demolição - Na verdade, o pequeno templo foi derrubado com o consentimento dos paroquianos e do então Pároco de Viana, sob a liderança do Sr. Heitor Piedade (o renomado Seu Gegê), responsável pela manutenção do edifício e pela organização dos festejos de São Sebastião. Essa decisão foi tomada devido ao estado físico precário da igreja, que exibia fissuras em algumas de suas paredes. Por causa dessa situação, a tradicional festa de janeiro de 1961 não pôde ser realizada.
No inverno de 1962, após uma noite de chuvas torrenciais que persistiram até a madrugada, por volta das 10 horas da manhã, uma das paredes da sacristia desabou, causando um estrondo ensurdecedor que assustou toda a vizinhança. Assim, com o objetivo de prevenir um incidente mais grave (naquela época, a importância da preservação do patrimônio histórico da comunidade não era amplamente reconhecida), foi tomada a lamentável decisão de demolir o edifício assim que o período de chuvas chegasse ao fim, o que ocorreu em setembro/outubro de 1962.
Construção da escola normal
Quando Dom Hamleto chegou a Viana em agosto de 1963, deparou-se com um monte de tijolos no meio da praça, quase cobrindo o antigo cruzeiro. Diante do anseio antigo dos vianenses de criar um curso normal, o bispo sugeriu a ideia de, em vez de construir uma nova igreja em homenagem ao santo, utilizar o local para edificar o prédio que abrigaria a Escola Normal Nossa Senhora da Conceição. A construção teve início no segundo semestre de 1966. Talvez por esse motivo, de forma equivocada, a memória coletiva acabou associando a destruição do templo ao primeiro bispo da Diocese de Viana.
Curiosidades
Durante muitas décadas, a igreja foi um local de encontro e celebrações para a comunidade católica de Viana. A festa em homenagem ao santo mártir, que tradicionalmente fazia parte do calendário festivo local em janeiro, acontecia ali. A igreja, com uma arquitetura típica do período colonial, apresentava mais da metade de sua fachada frontal adornada com autênticos azulejos portugueses, onde se destacava a "cruz de malta" em um fundo amarelo.
História
Outrora, onde hoje se encontra o prédio da Escola Normal, estava situada a Igreja de São Sebastião. Como um dos principais templos religiosos da cidade, ao longo de muitas décadas, foi um espaço de encontros e celebrações para a comunidade católica vianense. A igreja era especialmente conhecida por sediar a festa em homenagem ao santo mártir no mês de janeiro, uma tradição firmemente integrada ao calendário festivo local da época.
Apresentando uma arquitetura tipicamente barroca, como era comum no período colonial, a igreja possuía mais da metade de sua fachada frontal revestida de autênticos azulejos portugueses. Entre esses azulejos, destacava-se a presença da "cruz de malta" em um fundo de cor amarela, um elemento que enriquecia ainda mais a beleza arquitetônica da igreja. Hoje, esses detalhes históricos permanecem como testemunhas da rica herança cultural e religiosa da cidade.
Devido à falta de registros oficiais, como é o caso de praticamente tudo em Viana, torna-se desafiador determinar a data exata de sua construção, mas é calculado que quando foi derrubada no verão de 1962, a igreja já tivesse ultrapassado um século de existência. É vital esclarecer e retificar um grave erro, atualmente amplamente disseminado entre a população, que é o de imputar a destruição da mencionada igreja a Dom Hamleto de Angelis.
Demolição
A demolição - Na verdade, o pequeno templo foi derrubado com o consentimento dos paroquianos e do então Pároco de Viana, sob a liderança do Sr. Heitor Piedade (o renomado Seu Gegê), responsável pela manutenção do edifício e pela organização dos festejos de São Sebastião. Essa decisão foi tomada devido ao estado físico precário da igreja, que exibia fissuras em algumas de suas paredes. Por causa dessa situação, a tradicional festa de janeiro de 1961 não pôde ser realizada.
No inverno de 1962, após uma noite de chuvas torrenciais que persistiram até a madrugada, por volta das 10 horas da manhã, uma das paredes da sacristia desabou, causando um estrondo ensurdecedor que assustou toda a vizinhança. Assim, com o objetivo de prevenir um incidente mais grave (naquela época, a importância da preservação do patrimônio histórico da comunidade não era amplamente reconhecida), foi tomada a lamentável decisão de demolir o edifício assim que o período de chuvas chegasse ao fim, o que ocorreu em setembro/outubro de 1962.
Construção da escola normal
Quando Dom Hamleto chegou a Viana em agosto de 1963, deparou-se com um monte de tijolos no meio da praça, quase cobrindo o antigo cruzeiro. Diante do anseio antigo dos vianenses de criar um curso normal, o bispo sugeriu a ideia de, em vez de construir uma nova igreja em homenagem ao santo, utilizar o local para edificar o prédio que abrigaria a Escola Normal Nossa Senhora da Conceição. A construção teve início no segundo semestre de 1966. Talvez por esse motivo, de forma equivocada, a memória coletiva acabou associando a destruição do templo ao primeiro bispo da Diocese de Viana.
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Durante muitas décadas, a igreja foi um local de encontro e celebrações para a comunidade católica de Viana. A festa em homenagem ao santo mártir, que tradicionalmente fazia parte do calendário festivo local em janeiro, acontecia ali. A igreja, com uma arquitetura típica do período colonial, apresentava mais da metade de sua fachada frontal adornada com autênticos azulejos portugueses, onde se destacava a "cruz de malta" em um fundo amarelo.
LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:
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