18 de outubro de 2023
CASA DO PADRE EIDER SILVA
18 de outubro de 2023
CASA DO PADRE EIDER SILVA
CASA DO PADRE EIDER SILVA
História
Localizada na atual Rua Dom Hélio Campos (anteriormente conhecida como Rua do Sol e, em outro momento, como Dom Helvécio), a casa de número 166 era originalmente uma meia morada, em grande parte construída com adobe ou taipa. Essa propriedade pertencia a Francisco Raimundo da Silva, que compartilhava a residência com sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, o proprietário decidiu doar o imóvel aos sobrinhos, nomeadamente Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Entre esses herdeiros, metade do valor da casa ficou para o primeiro, que não apenas era sobrinho, mas também filho adotivo de Francisco Raimundo da Silva. Seis anos antes, em 1900, Francisco Raimundo da Silva Sobrinho havia se casado com Maria Fernandes Furtado, conhecida como Cotinha. Após o casamento, eles se mudaram para o Barro Vermelho, atualmente conhecido como Cajari, onde nasceram todos os sete filhos do casal: Raimunda, Joaquim, Edith Nair, Benedito, João, Eider e José Manuel.
Após o falecimento do antigo proprietário, Francisco Raimundo da Silva, a casa continuou sendo alugada até 1928. Foi nesse ano que também faleceu Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, que havia permanecido morando no Barro Vermelho. Após a morte do marido, D. Cotinha, agora viúva, retornou a Viana com os filhos mais jovens. A razão principal desse retorno foi acompanhar Edith Nair, que havia sido transferida da Escola Mixta da Vila de Monção, onde lecionava desde 1925, para a Escola Primária de Viana.
Com a responsabilidade de chefiar a família, a jovem professora Edith Nair, contando com seus modestos rendimentos (reforçados pela escolinha particular que montou na sala da frente da casa), realizou uma série de reparos no prédio, que já estava bastante deteriorado. Ela fez o possível para preservar o que ainda podia ser salvo.
Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê atualmente. A porta de entrada, que antes ficava no corredor, foi movida para o terraço ao lado. Até o piso sofreu algumas modificações ao longo do tempo.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair. A residência ainda mantém muitas das características das antigas moradas vianenses, com sua entrada decorada por plantas e flores, além do quintal repleto de árvores frutíferas. Outro destaque é a vista privilegiada do lago que se desfruta dos fundos do imóvel.
Personalidades que habitaram o local
A casa originalmente pertencia a Francisco Raimundo da Silva e sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, Francisco doou o imóvel aos sobrinhos: Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Depois do falecimento de Francisco Raimundo da Silva, a casa permaneceu alugada até 1928, quando Francisco Raimundo da Silva Sobrinho também veio a óbito, mesmo após ter se mudado para o Barro Vermelho. Nesse mesmo ano, após o falecimento do marido, D. Cotinha retornou a Viana com os filhos menores, pois sua filha Edith Nair estava sendo transferida da Escola Mixta da Vila de Monção (onde lecionava desde 1925) para a Escola Primária de Viana.
A jovem professora Edith Nair, assumindo o papel de chefe da família, fez diversos reparos na casa, que já estava em estado precário, usando seus modestos salários como reforço financeiro, incluindo a abertura de uma pequena escola particular na sala da frente da casa. Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê hoje.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair, que a mantém até os dias atuais. A residência ainda conserva muitas das características das antigas moradas vianenses, incluindo uma entrada ornamentada por plantas e flores e um quintal repleto de árvores frutíferas. Além disso, proporciona uma vista privilegiada do lago a partir de seus fundos.
Curiosidades
A casa não é apenas um belo exemplar da arquitetura colonial da cidade; ela também detém um valor histórico singular por ter sido a residência da professora Edith Nair Furtado da Silva, que é a patrona da AVL (Academia Vianense de Letras), e ainda é a moradia atual do padre Eider. Ambos são figuras de inestimável importância para a história recente de Viana.
História
Localizada na atual Rua Dom Hélio Campos (anteriormente conhecida como Rua do Sol e, em outro momento, como Dom Helvécio), a casa de número 166 era originalmente uma meia morada, em grande parte construída com adobe ou taipa. Essa propriedade pertencia a Francisco Raimundo da Silva, que compartilhava a residência com sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, o proprietário decidiu doar o imóvel aos sobrinhos, nomeadamente Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Entre esses herdeiros, metade do valor da casa ficou para o primeiro, que não apenas era sobrinho, mas também filho adotivo de Francisco Raimundo da Silva. Seis anos antes, em 1900, Francisco Raimundo da Silva Sobrinho havia se casado com Maria Fernandes Furtado, conhecida como Cotinha. Após o casamento, eles se mudaram para o Barro Vermelho, atualmente conhecido como Cajari, onde nasceram todos os sete filhos do casal: Raimunda, Joaquim, Edith Nair, Benedito, João, Eider e José Manuel.
Após o falecimento do antigo proprietário, Francisco Raimundo da Silva, a casa continuou sendo alugada até 1928. Foi nesse ano que também faleceu Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, que havia permanecido morando no Barro Vermelho. Após a morte do marido, D. Cotinha, agora viúva, retornou a Viana com os filhos mais jovens. A razão principal desse retorno foi acompanhar Edith Nair, que havia sido transferida da Escola Mixta da Vila de Monção, onde lecionava desde 1925, para a Escola Primária de Viana.
Com a responsabilidade de chefiar a família, a jovem professora Edith Nair, contando com seus modestos rendimentos (reforçados pela escolinha particular que montou na sala da frente da casa), realizou uma série de reparos no prédio, que já estava bastante deteriorado. Ela fez o possível para preservar o que ainda podia ser salvo.
Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê atualmente. A porta de entrada, que antes ficava no corredor, foi movida para o terraço ao lado. Até o piso sofreu algumas modificações ao longo do tempo.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair. A residência ainda mantém muitas das características das antigas moradas vianenses, com sua entrada decorada por plantas e flores, além do quintal repleto de árvores frutíferas. Outro destaque é a vista privilegiada do lago que se desfruta dos fundos do imóvel.
Personalidades que habitaram o local
A casa originalmente pertencia a Francisco Raimundo da Silva e sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, Francisco doou o imóvel aos sobrinhos: Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Depois do falecimento de Francisco Raimundo da Silva, a casa permaneceu alugada até 1928, quando Francisco Raimundo da Silva Sobrinho também veio a óbito, mesmo após ter se mudado para o Barro Vermelho. Nesse mesmo ano, após o falecimento do marido, D. Cotinha retornou a Viana com os filhos menores, pois sua filha Edith Nair estava sendo transferida da Escola Mixta da Vila de Monção (onde lecionava desde 1925) para a Escola Primária de Viana.
A jovem professora Edith Nair, assumindo o papel de chefe da família, fez diversos reparos na casa, que já estava em estado precário, usando seus modestos salários como reforço financeiro, incluindo a abertura de uma pequena escola particular na sala da frente da casa. Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê hoje.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair, que a mantém até os dias atuais. A residência ainda conserva muitas das características das antigas moradas vianenses, incluindo uma entrada ornamentada por plantas e flores e um quintal repleto de árvores frutíferas. Além disso, proporciona uma vista privilegiada do lago a partir de seus fundos.
Curiosidades
A casa não é apenas um belo exemplar da arquitetura colonial da cidade; ela também detém um valor histórico singular por ter sido a residência da professora Edith Nair Furtado da Silva, que é a patrona da AVL (Academia Vianense de Letras), e ainda é a moradia atual do padre Eider. Ambos são figuras de inestimável importância para a história recente de Viana.
História
Localizada na atual Rua Dom Hélio Campos (anteriormente conhecida como Rua do Sol e, em outro momento, como Dom Helvécio), a casa de número 166 era originalmente uma meia morada, em grande parte construída com adobe ou taipa. Essa propriedade pertencia a Francisco Raimundo da Silva, que compartilhava a residência com sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, o proprietário decidiu doar o imóvel aos sobrinhos, nomeadamente Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Entre esses herdeiros, metade do valor da casa ficou para o primeiro, que não apenas era sobrinho, mas também filho adotivo de Francisco Raimundo da Silva. Seis anos antes, em 1900, Francisco Raimundo da Silva Sobrinho havia se casado com Maria Fernandes Furtado, conhecida como Cotinha. Após o casamento, eles se mudaram para o Barro Vermelho, atualmente conhecido como Cajari, onde nasceram todos os sete filhos do casal: Raimunda, Joaquim, Edith Nair, Benedito, João, Eider e José Manuel.
Após o falecimento do antigo proprietário, Francisco Raimundo da Silva, a casa continuou sendo alugada até 1928. Foi nesse ano que também faleceu Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, que havia permanecido morando no Barro Vermelho. Após a morte do marido, D. Cotinha, agora viúva, retornou a Viana com os filhos mais jovens. A razão principal desse retorno foi acompanhar Edith Nair, que havia sido transferida da Escola Mixta da Vila de Monção, onde lecionava desde 1925, para a Escola Primária de Viana.
Com a responsabilidade de chefiar a família, a jovem professora Edith Nair, contando com seus modestos rendimentos (reforçados pela escolinha particular que montou na sala da frente da casa), realizou uma série de reparos no prédio, que já estava bastante deteriorado. Ela fez o possível para preservar o que ainda podia ser salvo.
Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê atualmente. A porta de entrada, que antes ficava no corredor, foi movida para o terraço ao lado. Até o piso sofreu algumas modificações ao longo do tempo.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair. A residência ainda mantém muitas das características das antigas moradas vianenses, com sua entrada decorada por plantas e flores, além do quintal repleto de árvores frutíferas. Outro destaque é a vista privilegiada do lago que se desfruta dos fundos do imóvel.
Personalidades que habitaram o local
A casa originalmente pertencia a Francisco Raimundo da Silva e sua irmã, Apolônia Amália da Silva. Em maio de 1906, Francisco doou o imóvel aos sobrinhos: Francisco Raimundo da Silva Sobrinho, João Manuel da Silva, Raimunda de Aragão e Silva, Luisa de Aragão e Silva e Isabel de Aragão e Silva.
Depois do falecimento de Francisco Raimundo da Silva, a casa permaneceu alugada até 1928, quando Francisco Raimundo da Silva Sobrinho também veio a óbito, mesmo após ter se mudado para o Barro Vermelho. Nesse mesmo ano, após o falecimento do marido, D. Cotinha retornou a Viana com os filhos menores, pois sua filha Edith Nair estava sendo transferida da Escola Mixta da Vila de Monção (onde lecionava desde 1925) para a Escola Primária de Viana.
A jovem professora Edith Nair, assumindo o papel de chefe da família, fez diversos reparos na casa, que já estava em estado precário, usando seus modestos salários como reforço financeiro, incluindo a abertura de uma pequena escola particular na sala da frente da casa. Algumas paredes foram reconstruídas, incluindo a fachada da casa, que está na forma que se vê hoje.
Após o falecimento de todos os sobrinhos herdeiros do imóvel, os filhos de Francisco Raimundo da Silva Sobrinho e Maria Fernandes Furtado (Cotinha) decidiram doar a casa à sua irmã, Edith Nair, que a mantém até os dias atuais. A residência ainda conserva muitas das características das antigas moradas vianenses, incluindo uma entrada ornamentada por plantas e flores e um quintal repleto de árvores frutíferas. Além disso, proporciona uma vista privilegiada do lago a partir de seus fundos.
Curiosidades
A casa não é apenas um belo exemplar da arquitetura colonial da cidade; ela também detém um valor histórico singular por ter sido a residência da professora Edith Nair Furtado da Silva, que é a patrona da AVL (Academia Vianense de Letras), e ainda é a moradia atual do padre Eider. Ambos são figuras de inestimável importância para a história recente de Viana.
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