18 de outubro de 2023

EX–RESIDÊNCIA DOS DUAILIBE

18 de outubro de 2023

EX–RESIDÊNCIA DOS DUAILIBE

EX–RESIDÊNCIA DOS DUAILIBE

História


O edifício em questão, localizado na Rua Grande, em frente ao Centro Cenecista Antônio Lopes, é um notável exemplo da arquitetura neoclássica, embora tenha tido uma história que o transformou ao longo do tempo. Inicialmente, era um casarão colonial revestido de azulejos portugueses, com portas e janelas emolduradas, apresentando vidraças multicoloridas que eram particularmente cativantes à noite.


Ao longo das épocas, este edifício foi lar de figuras proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães. Posteriormente, o comerciante Jorge Duailibe adquiriu a propriedade e realizou uma reforma que alterou significativamente sua aparência original. O responsável por essa transformação foi o pintor e projetista Nilton Aquino.


Durante essa reforma, uma parte dos azulejos originais foi removida das paredes. O artista Nilton Aquino teve a sensibilidade de reutilizar esses azulejos, com os quais criou duas faixas na parede externa do edifício, uma superior e outra inferior. Entre essas faixas, alguns losangos foram adicionados, preenchidos com os mesmos azulejos, conferindo uma interessante expressão artística à nova fachada.


A entrada principal do edifício também foi realocada durante a reforma, mudando da Rua Dom Hamleto de Angelis para a entrada lateral na Rua Grande. No entanto, uma reforma posterior realizada pela administração municipal resultou na remoção da faixa inferior de azulejos e dos losangos centrais, preservando apenas a faixa superior com os pequenos mosaicos vitrificados que antes cobriam toda a fachada.


Personalidades que habitaram o local


Em diferentes períodos, personalidades proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães, fizeram deste edifício a sua residência. Entretanto, anos mais tarde, quando o comerciante Jorge Duailibe adquiriu o imóvel, uma reforma significativa transformou sua aparência original, conferindo-lhe a arquitetura que vemos hoje em dia.


Atualidade


Originalmente, a entrada principal deste edifício era pela Rua Dom Hamleto de Angelis. Contudo, após a última reforma realizada pela administração municipal, parte dos azulejos foi removida, resultando na perda da faixa inferior e dos losangos centrais que antes adornavam toda a fachada do casarão. Agora, somente a faixa superior preserva os pequenos mosaicos vitrificados que um dia cobriram todo o edifício. É importante mencionar que alguns desses raros azulejos se deslocaram da faixa lateral da Rua Dom Hamleto.


Renascer 6

História


O edifício em questão, localizado na Rua Grande, em frente ao Centro Cenecista Antônio Lopes, é um notável exemplo da arquitetura neoclássica, embora tenha tido uma história que o transformou ao longo do tempo. Inicialmente, era um casarão colonial revestido de azulejos portugueses, com portas e janelas emolduradas, apresentando vidraças multicoloridas que eram particularmente cativantes à noite.


Ao longo das épocas, este edifício foi lar de figuras proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães. Posteriormente, o comerciante Jorge Duailibe adquiriu a propriedade e realizou uma reforma que alterou significativamente sua aparência original. O responsável por essa transformação foi o pintor e projetista Nilton Aquino.


Durante essa reforma, uma parte dos azulejos originais foi removida das paredes. O artista Nilton Aquino teve a sensibilidade de reutilizar esses azulejos, com os quais criou duas faixas na parede externa do edifício, uma superior e outra inferior. Entre essas faixas, alguns losangos foram adicionados, preenchidos com os mesmos azulejos, conferindo uma interessante expressão artística à nova fachada.


A entrada principal do edifício também foi realocada durante a reforma, mudando da Rua Dom Hamleto de Angelis para a entrada lateral na Rua Grande. No entanto, uma reforma posterior realizada pela administração municipal resultou na remoção da faixa inferior de azulejos e dos losangos centrais, preservando apenas a faixa superior com os pequenos mosaicos vitrificados que antes cobriam toda a fachada.



Personalidades que habitaram o local


Em diferentes períodos, personalidades proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães, fizeram deste edifício a sua residência. Entretanto, anos mais tarde, quando o comerciante Jorge Duailibe adquiriu o imóvel, uma reforma significativa transformou sua aparência original, conferindo-lhe a arquitetura que vemos hoje em dia.


Atualidade


Originalmente, a entrada principal deste edifício era pela Rua Dom Hamleto de Angelis. Contudo, após a última reforma realizada pela administração municipal, parte dos azulejos foi removida, resultando na perda da faixa inferior e dos losangos centrais que antes adornavam toda a fachada do casarão. Agora, somente a faixa superior preserva os pequenos mosaicos vitrificados que um dia cobriram todo o edifício. É importante mencionar que alguns desses raros azulejos se deslocaram da faixa lateral da Rua Dom Hamleto.


Renascer 6

História


O edifício em questão, localizado na Rua Grande, em frente ao Centro Cenecista Antônio Lopes, é um notável exemplo da arquitetura neoclássica, embora tenha tido uma história que o transformou ao longo do tempo. Inicialmente, era um casarão colonial revestido de azulejos portugueses, com portas e janelas emolduradas, apresentando vidraças multicoloridas que eram particularmente cativantes à noite.


Ao longo das épocas, este edifício foi lar de figuras proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães. Posteriormente, o comerciante Jorge Duailibe adquiriu a propriedade e realizou uma reforma que alterou significativamente sua aparência original. O responsável por essa transformação foi o pintor e projetista Nilton Aquino.


Durante essa reforma, uma parte dos azulejos originais foi removida das paredes. O artista Nilton Aquino teve a sensibilidade de reutilizar esses azulejos, com os quais criou duas faixas na parede externa do edifício, uma superior e outra inferior. Entre essas faixas, alguns losangos foram adicionados, preenchidos com os mesmos azulejos, conferindo uma interessante expressão artística à nova fachada.


A entrada principal do edifício também foi realocada durante a reforma, mudando da Rua Dom Hamleto de Angelis para a entrada lateral na Rua Grande. No entanto, uma reforma posterior realizada pela administração municipal resultou na remoção da faixa inferior de azulejos e dos losangos centrais, preservando apenas a faixa superior com os pequenos mosaicos vitrificados que antes cobriam toda a fachada.



Personalidades que habitaram o local


Em diferentes períodos, personalidades proeminentes da cultura vianense, como o futuro médico e cientista Sálvio Mendonça e a professora Zilda Dias Guimarães, fizeram deste edifício a sua residência. Entretanto, anos mais tarde, quando o comerciante Jorge Duailibe adquiriu o imóvel, uma reforma significativa transformou sua aparência original, conferindo-lhe a arquitetura que vemos hoje em dia.


Atualidade


Originalmente, a entrada principal deste edifício era pela Rua Dom Hamleto de Angelis. Contudo, após a última reforma realizada pela administração municipal, parte dos azulejos foi removida, resultando na perda da faixa inferior e dos losangos centrais que antes adornavam toda a fachada do casarão. Agora, somente a faixa superior preserva os pequenos mosaicos vitrificados que um dia cobriram todo o edifício. É importante mencionar que alguns desses raros azulejos se deslocaram da faixa lateral da Rua Dom Hamleto.


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