18 de outubro de 2023
SOBRADO DO DR. OZIMO DE CARVALHO
18 de outubro de 2023
SOBRADO DO DR. OZIMO DE CARVALHO
SOBRADO DO DR. OZIMO DE CARVALHO
História
Este edifício, de profunda tradição histórica, foi erguido em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação. A história local sugere que o Duque de Caxias não tenha de fato dançado nesse sobrado, como se acreditava anteriormente. Em vez disso, os relatos mais antigos indicam que o futuro duque teria se hospedado no local, enquanto o baile em sua homenagem teria ocorrido na sede da Prefeitura. No entanto, mesmo que Luiz Alves de Lima não tenha participado de um baile no sobrado, sua estadia ali ainda acrescenta um valor histórico significativo ao edifício.
O edifício originalmente pertencia a Sinhô Carvalho, cujo nome completo era Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho, irmão de Ozimo Carvalho. Sinhô Carvalho era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva D. Fabriciana mudou-se para São Luís, onde contraiu matrimônio novamente. Durante esse período, o Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, que foi o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana e também o fundador do jornal local chamado "A Imprensa", residiu no prédio com sua família.
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, irmão de Sinhô Carvalho, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou o local em sua residência e local de trabalho, estabelecendo ali a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que ele mesmo fundou em 1929. O Dr. Ozimo de Carvalho foi uma figura proeminente na história local e sua presença naquele edifício já lhe conferia um valor histórico inestimável.
Além do Dr. Ozimo, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também se hospedaram na casa ao longo do tempo. Isso incluiu os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
As tentativas do Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão em 1988 para dissuadir o prefeito municipal, Walber Duailibe, de demolir o histórico sobrado com o propósito de construir o Hotel Vianense foram em vão. O prefeito, demonstrando insensibilidade e autoritarismo, ordenou a demolição imediatamente após a partida dos técnicos do D.P.H. de São Luís. Hoje, no local onde o prédio outrora se erguia, encontramos apenas o silêncio e um terreno abandonado, como se fosse uma lacuna, uma ferida aberta na memória de Viana.
Personalidades que habitaram o local
O prédio, com uma rica tradição histórica, foi construído em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação, pelo português Manuel Antônio de Sousa. Embora haja uma crença de que o Duque de Caxias teria dançado nesse sobrado, na verdade, Luiz Alves de Lima não participou de um baile ali, mas sim foi um dos hóspedes, o que aumenta consideravelmente o valor histórico do edifício.
O imóvel originalmente pertencia a um irmão de Ozimo, chamado Sinhô Carvalho (Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho), que era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva mudou-se para São Luís e se casou novamente. Durante esse período, a casa foi residência do Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana, além de ser o fundador do jornal local chamado "A Imprensa".
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, que havia retornado à cidade alguns anos antes, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou a casa em sua residência e local de trabalho, abrigando a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que foi fundado em 1929 por esse intelectual vianense.
Além do famoso pacificador da Balaiada, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também foram hóspedes naquela casa, incluindo os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
Curiosidades
Há uma pitoresca história que circula sobre o Duque de Caxias dançando nesse sobrado, mas os anciãos têm suas versões: alguns afirmam que o futuro duque se hospedou ali e que o baile em sua homenagem ocorreu na sede da Prefeitura.
No ano de 1929, a casa passou a abrigar a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", fundado na época.
Mas, como em muitas histórias de prédios históricos, houve tentativas frustradas de preservação. Em 1988, o Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão enviou representantes a Viana na esperança de convencer o prefeito municipal, Walber Duailibe, a não demolir essa relíquia histórica. O objetivo era impedir a construção do Hotel Vianense no mesmo local. No entanto, esses esforços se mostraram infrutíferos, e o sobrado, com sua rica história, desapareceu, deixando apenas a memória de sua passagem.
História
Este edifício, de profunda tradição histórica, foi erguido em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação. A história local sugere que o Duque de Caxias não tenha de fato dançado nesse sobrado, como se acreditava anteriormente. Em vez disso, os relatos mais antigos indicam que o futuro duque teria se hospedado no local, enquanto o baile em sua homenagem teria ocorrido na sede da Prefeitura. No entanto, mesmo que Luiz Alves de Lima não tenha participado de um baile no sobrado, sua estadia ali ainda acrescenta um valor histórico significativo ao edifício.
O edifício originalmente pertencia a Sinhô Carvalho, cujo nome completo era Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho, irmão de Ozimo Carvalho. Sinhô Carvalho era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva D. Fabriciana mudou-se para São Luís, onde contraiu matrimônio novamente. Durante esse período, o Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, que foi o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana e também o fundador do jornal local chamado "A Imprensa", residiu no prédio com sua família.
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, irmão de Sinhô Carvalho, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou o local em sua residência e local de trabalho, estabelecendo ali a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que ele mesmo fundou em 1929. O Dr. Ozimo de Carvalho foi uma figura proeminente na história local e sua presença naquele edifício já lhe conferia um valor histórico inestimável.
Além do Dr. Ozimo, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também se hospedaram na casa ao longo do tempo. Isso incluiu os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
As tentativas do Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão em 1988 para dissuadir o prefeito municipal, Walber Duailibe, de demolir o histórico sobrado com o propósito de construir o Hotel Vianense foram em vão. O prefeito, demonstrando insensibilidade e autoritarismo, ordenou a demolição imediatamente após a partida dos técnicos do D.P.H. de São Luís. Hoje, no local onde o prédio outrora se erguia, encontramos apenas o silêncio e um terreno abandonado, como se fosse uma lacuna, uma ferida aberta na memória de Viana.
Personalidades que habitaram o local
O prédio, com uma rica tradição histórica, foi construído em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação, pelo português Manuel Antônio de Sousa. Embora haja uma crença de que o Duque de Caxias teria dançado nesse sobrado, na verdade, Luiz Alves de Lima não participou de um baile ali, mas sim foi um dos hóspedes, o que aumenta consideravelmente o valor histórico do edifício.
O imóvel originalmente pertencia a um irmão de Ozimo, chamado Sinhô Carvalho (Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho), que era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva mudou-se para São Luís e se casou novamente. Durante esse período, a casa foi residência do Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana, além de ser o fundador do jornal local chamado "A Imprensa".
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, que havia retornado à cidade alguns anos antes, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou a casa em sua residência e local de trabalho, abrigando a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que foi fundado em 1929 por esse intelectual vianense.
Além do famoso pacificador da Balaiada, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também foram hóspedes naquela casa, incluindo os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
Curiosidades
Há uma pitoresca história que circula sobre o Duque de Caxias dançando nesse sobrado, mas os anciãos têm suas versões: alguns afirmam que o futuro duque se hospedou ali e que o baile em sua homenagem ocorreu na sede da Prefeitura.
No ano de 1929, a casa passou a abrigar a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", fundado na época.
Mas, como em muitas histórias de prédios históricos, houve tentativas frustradas de preservação. Em 1988, o Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão enviou representantes a Viana na esperança de convencer o prefeito municipal, Walber Duailibe, a não demolir essa relíquia histórica. O objetivo era impedir a construção do Hotel Vianense no mesmo local. No entanto, esses esforços se mostraram infrutíferos, e o sobrado, com sua rica história, desapareceu, deixando apenas a memória de sua passagem.
História
Este edifício, de profunda tradição histórica, foi erguido em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação. A história local sugere que o Duque de Caxias não tenha de fato dançado nesse sobrado, como se acreditava anteriormente. Em vez disso, os relatos mais antigos indicam que o futuro duque teria se hospedado no local, enquanto o baile em sua homenagem teria ocorrido na sede da Prefeitura. No entanto, mesmo que Luiz Alves de Lima não tenha participado de um baile no sobrado, sua estadia ali ainda acrescenta um valor histórico significativo ao edifício.
O edifício originalmente pertencia a Sinhô Carvalho, cujo nome completo era Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho, irmão de Ozimo Carvalho. Sinhô Carvalho era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva D. Fabriciana mudou-se para São Luís, onde contraiu matrimônio novamente. Durante esse período, o Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, que foi o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana e também o fundador do jornal local chamado "A Imprensa", residiu no prédio com sua família.
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, irmão de Sinhô Carvalho, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou o local em sua residência e local de trabalho, estabelecendo ali a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que ele mesmo fundou em 1929. O Dr. Ozimo de Carvalho foi uma figura proeminente na história local e sua presença naquele edifício já lhe conferia um valor histórico inestimável.
Além do Dr. Ozimo, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também se hospedaram na casa ao longo do tempo. Isso incluiu os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
As tentativas do Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão em 1988 para dissuadir o prefeito municipal, Walber Duailibe, de demolir o histórico sobrado com o propósito de construir o Hotel Vianense foram em vão. O prefeito, demonstrando insensibilidade e autoritarismo, ordenou a demolição imediatamente após a partida dos técnicos do D.P.H. de São Luís. Hoje, no local onde o prédio outrora se erguia, encontramos apenas o silêncio e um terreno abandonado, como se fosse uma lacuna, uma ferida aberta na memória de Viana.
Personalidades que habitaram o local
O prédio, com uma rica tradição histórica, foi construído em 1835, quando a cidade de Viana tinha apenas 78 anos de fundação, pelo português Manuel Antônio de Sousa. Embora haja uma crença de que o Duque de Caxias teria dançado nesse sobrado, na verdade, Luiz Alves de Lima não participou de um baile ali, mas sim foi um dos hóspedes, o que aumenta consideravelmente o valor histórico do edifício.
O imóvel originalmente pertencia a um irmão de Ozimo, chamado Sinhô Carvalho (Raimundo Eustáquio Alves de Carvalho), que era casado com D. Fabriciana. Após a morte de Sinhô, a viúva mudou-se para São Luís e se casou novamente. Durante esse período, a casa foi residência do Dr. Francisco Xavier dos Reis Lisboa Filho, o terceiro Juiz de Direito a ocupar o cargo na comarca de Viana, além de ser o fundador do jornal local chamado "A Imprensa".
Em 1924, o Dr. Ozimo de Carvalho, que havia retornado à cidade alguns anos antes, adquiriu o imóvel dos herdeiros de seu irmão. Ele transformou a casa em sua residência e local de trabalho, abrigando a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", que foi fundado em 1929 por esse intelectual vianense.
Além do famoso pacificador da Balaiada, outras personalidades importantes da política e da literatura maranhense também foram hóspedes naquela casa, incluindo os governadores Aquiles Lisboa e Magalhães de Almeida, o Deputado Federal Lino Machado, o Presidente da UDN-MA, Alarico Pacheco, e os irmãos escritores Antonio e Raimundo Lopes.
Curiosidades
Há uma pitoresca história que circula sobre o Duque de Caxias dançando nesse sobrado, mas os anciãos têm suas versões: alguns afirmam que o futuro duque se hospedou ali e que o baile em sua homenagem ocorreu na sede da Prefeitura.
No ano de 1929, a casa passou a abrigar a Farmácia Brasil e a redação do jornal "A Época", fundado na época.
Mas, como em muitas histórias de prédios históricos, houve tentativas frustradas de preservação. Em 1988, o Departamento do Patrimônio Histórico do Maranhão enviou representantes a Viana na esperança de convencer o prefeito municipal, Walber Duailibe, a não demolir essa relíquia histórica. O objetivo era impedir a construção do Hotel Vianense no mesmo local. No entanto, esses esforços se mostraram infrutíferos, e o sobrado, com sua rica história, desapareceu, deixando apenas a memória de sua passagem.
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