18 de outubro de 2023
CASA DE MANOEL PINHEIRO
18 de outubro de 2023
CASA DE MANOEL PINHEIRO
CASA DE MANOEL PINHEIRO
História
Este prédio, com seu estilo clássico de meia morada colonial e fachada adornada com azulejos, continua sendo uma das raras relíquias do patrimônio histórico e arquitetônico de Viana até os dias de hoje. Sua construção, datada de 1899, e sua localização na Rua Antônio Lopes, nº 193, próxima ao Canto Grande, ainda testemunham a importância comercial daquela área. No passado, na segunda metade do século XIX, Viana ostentava o prestígio de ser o terceiro município mais importante do Maranhão, e este edifício é uma testemunha viva desse período histórico.
As paredes internas desta casa ainda exibem uma franja (ou barra) com pinturas de flores, um reflexo do gosto e da sofisticação dos tempos coloniais, mantendo seu charme ao longo dos anos. No passado, a propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. O casal, que não teve filhos, tomou a decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Com o passar do tempo, Zeca Belo mudou-se para São Luís; Rosa casou-se e Sofia infelizmente nos deixou.
Anos depois, a casa tornou-se a residência do Sr. Raimundo Pereira, carinhosamente apelidado de "Capão" e conhecido por sua suposta riqueza. Outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, como a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, a casa continua a ser um testemunho vivo da história e da tradição de Viana, mantendo-se como uma parte significativa do patrimônio local.
Felizmente, todos os proprietários ao longo dos anos souberam preservar esta casa, mantendo-a intacta, mesmo após seus 107 anos de existência. Atualmente, é natural que alguns dos preciosos azulejos portugueses tenham sofrido desgaste devido às intempéries do tempo.
Personalidades que habitaram o local
No passado, esta propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. Embora o casal não tivesse filhos biológicos, eles tomaram a nobre decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Ao longo do tempo, outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, incluindo a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, esta casa continua a ser um local que abrigou histórias de amor e generosidade, demonstrando como o passado pode se entrelaçar com o presente de maneiras significativas.
Curiosidades
Para comprovar sua importância, este imóvel ganhou destaque na página 46 do recém-lançado Catálogo dos Azulejos das Cidades Históricas do Maranhão. Manter sua integridade e beleza é um compromisso com a preservação da história e da cultura da região, e é fundamental para que as futuras gerações possam apreciar esse patrimônio valioso.
História
Este prédio, com seu estilo clássico de meia morada colonial e fachada adornada com azulejos, continua sendo uma das raras relíquias do patrimônio histórico e arquitetônico de Viana até os dias de hoje. Sua construção, datada de 1899, e sua localização na Rua Antônio Lopes, nº 193, próxima ao Canto Grande, ainda testemunham a importância comercial daquela área. No passado, na segunda metade do século XIX, Viana ostentava o prestígio de ser o terceiro município mais importante do Maranhão, e este edifício é uma testemunha viva desse período histórico.
As paredes internas desta casa ainda exibem uma franja (ou barra) com pinturas de flores, um reflexo do gosto e da sofisticação dos tempos coloniais, mantendo seu charme ao longo dos anos. No passado, a propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. O casal, que não teve filhos, tomou a decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Com o passar do tempo, Zeca Belo mudou-se para São Luís; Rosa casou-se e Sofia infelizmente nos deixou.
Anos depois, a casa tornou-se a residência do Sr. Raimundo Pereira, carinhosamente apelidado de "Capão" e conhecido por sua suposta riqueza. Outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, como a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, a casa continua a ser um testemunho vivo da história e da tradição de Viana, mantendo-se como uma parte significativa do patrimônio local.
Felizmente, todos os proprietários ao longo dos anos souberam preservar esta casa, mantendo-a intacta, mesmo após seus 107 anos de existência. Atualmente, é natural que alguns dos preciosos azulejos portugueses tenham sofrido desgaste devido às intempéries do tempo.
Personalidades que habitaram o local
No passado, esta propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. Embora o casal não tivesse filhos biológicos, eles tomaram a nobre decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Ao longo do tempo, outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, incluindo a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, esta casa continua a ser um local que abrigou histórias de amor e generosidade, demonstrando como o passado pode se entrelaçar com o presente de maneiras significativas.
Curiosidades
Para comprovar sua importância, este imóvel ganhou destaque na página 46 do recém-lançado Catálogo dos Azulejos das Cidades Históricas do Maranhão. Manter sua integridade e beleza é um compromisso com a preservação da história e da cultura da região, e é fundamental para que as futuras gerações possam apreciar esse patrimônio valioso.
História
Este prédio, com seu estilo clássico de meia morada colonial e fachada adornada com azulejos, continua sendo uma das raras relíquias do patrimônio histórico e arquitetônico de Viana até os dias de hoje. Sua construção, datada de 1899, e sua localização na Rua Antônio Lopes, nº 193, próxima ao Canto Grande, ainda testemunham a importância comercial daquela área. No passado, na segunda metade do século XIX, Viana ostentava o prestígio de ser o terceiro município mais importante do Maranhão, e este edifício é uma testemunha viva desse período histórico.
As paredes internas desta casa ainda exibem uma franja (ou barra) com pinturas de flores, um reflexo do gosto e da sofisticação dos tempos coloniais, mantendo seu charme ao longo dos anos. No passado, a propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. O casal, que não teve filhos, tomou a decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Com o passar do tempo, Zeca Belo mudou-se para São Luís; Rosa casou-se e Sofia infelizmente nos deixou.
Anos depois, a casa tornou-se a residência do Sr. Raimundo Pereira, carinhosamente apelidado de "Capão" e conhecido por sua suposta riqueza. Outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, como a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, a casa continua a ser um testemunho vivo da história e da tradição de Viana, mantendo-se como uma parte significativa do patrimônio local.
Felizmente, todos os proprietários ao longo dos anos souberam preservar esta casa, mantendo-a intacta, mesmo após seus 107 anos de existência. Atualmente, é natural que alguns dos preciosos azulejos portugueses tenham sofrido desgaste devido às intempéries do tempo.
Personalidades que habitaram o local
No passado, esta propriedade pertencia ao Sr. Honório Belo e sua esposa, Mariana Salgado Belo. Embora o casal não tivesse filhos biológicos, eles tomaram a nobre decisão de adotar três crianças: Zeca, Rosa e Sofia. Ao longo do tempo, outras famílias tiveram o privilégio de habitar esta bela meia morada, incluindo a família de Vicente Carvalho, antes de seu atual proprietário. Hoje, esta casa continua a ser um local que abrigou histórias de amor e generosidade, demonstrando como o passado pode se entrelaçar com o presente de maneiras significativas.
Curiosidades
Para comprovar sua importância, este imóvel ganhou destaque na página 46 do recém-lançado Catálogo dos Azulejos das Cidades Históricas do Maranhão. Manter sua integridade e beleza é um compromisso com a preservação da história e da cultura da região, e é fundamental para que as futuras gerações possam apreciar esse patrimônio valioso.
LOCALIZAÇÃO DO PRÉDIO:
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